Entenda o que é e-commerce

O que é e-commerce: o GUIA DEFINITIVO para montar sua loja online em 2022

O e-commerce não para de crescer no mundo inteiro. No Brasil, os consumidores já têm o hábito de comprar pela internet, enquanto os lojistas aproveitam para vender mais. Se você também quer aproveitar, saiba agora como trabalhar com e-commerce nesse guia completo!

Você provavelmente já fez alguma compra pela internet, não é? O e-commerce já atraiu milhões de consumidores e faz parte das nossas vidas. Por isso, é hora de saber como vender online e começar a ganhar dinheiro pela internet.

Diferentes tipos de negócio encontram seu espaço no e-commerce. Você pode vender tudo que é tipo de produto ou serviço, nos mais diversos canais de venda e com diferentes recursos para atrair clientes. Tudo isso pode ser muito simples, barato e lucrativo — você só precisa conhecer os melhores caminhos.

Reunimos neste guia completo tudo o que você precisa saber sobre e-commerce. A partir daqui, comece a se preparar para o sucesso das suas vendas na internet!

Veja o que você irá encontrar neste artigo:

O que é e-commerce?

E-commerce é o comércio de bens e serviços que envolve compra e venda pela internet. Em português, podemos chamar de comércio eletrônico.

No e-commerce, todas as operações e transações são à distância. Para que elas aconteçam, vendedores e compradores precisam utilizar dispositivos conectados, como um computador ou celular com internet.

Os lojistas oferecem seus produtos e serviços em canais digitais, como lojas virtuais, marketplaces, aplicativos e redes sociais. Para fazer uma compra, os clientes navegam por uma plataforma de vendas, selecionam seus produtos e finalizam com meios de pagamento online. Depois, recebem o produto no seu endereço.

Basicamente, essa é a forma como funciona o e-commerce. Mas você vai ver que esse universo é muito maior que o ato de comprar e vender.

O comércio eletrônico engloba todo o processo de compra do cliente, desde pesquisar no Google, ler avaliações de produtos, comparar preços, até finalizar a compra e também compartilhar suas impressões na internet.

Para o lojista, o e-commerce é um negócio. É preciso ter planejamento e estratégias, que passam pela criação de uma marca, a pesquisa de mercado, a escolha de uma plataforma de vendas, os canais de marketing digital, entre outras diversas atividades.

A partir desse funcionamento básico, são inúmeras as possibilidades! Saber o que é e-commerce e como funciona é essencial para entender todo esse universo das vendas online. Neste artigo, você vai entender tudo sobre o comércio eletrônico.

O que é marketplace?

Marketplace é uma plataforma de comércio eletrônico que reúne vários lojistas diferentes em um único site. Funciona como um shopping, mas na internet: em um mesmo lugar, o comprador pode pesquisar e comprar produtos de diferentes lojas.

O marketplace é um dos principais canais de venda no e-commerce. De acordo com o E-commerce Brasil, 95% dos consumidores brasileiros utilizam esse tipo de plataforma para comprar pela internet.

Nesse tipo de canal de venda, você pode ganhar bastante visibilidade. Geralmente os marketplaces são gigantes do varejo, como Mercado Livre e Magazine Luiza, que já têm marcas consolidadas e bastante divulgação. Um outro exemplo de plataforma de marketplace é a Shopee, empresa da Ásia, recém chegada no Brasil e vem concorrendo com os demais grandes marketplaces.

Por outro lado, o lojista precisa pagar um percentual pelas vendas, além de ficar limitado ao que a plataforma oferece. Ainda assim, essas plataformas costumam valer a pena por aumentar muito o número de clientes e vendas!

Qual a diferença entre e-commerce e marketplace?

Marketplace é um canal de vendas para os lojistas, enquanto o e-commerce tem um conceito mais amplo.

O comércio eletrônico abrange as operações de compra e venda em vários tipos de plataformas, como os marketplaces, mas também as lojas virtuais, os aplicativos, até mesmo as redes sociais. 

Portanto, o marketplace faz parte do e-commerce, mas é apenas uma forma de vender pela internet. Existem muitas outras possibilidades.

O que é loja virtual?

Loja virtual é outro canal de vendas do e-commerce. Nesse caso, o lojista tem uma estrutura própria para fazer as suas vendas, organizar seus produtos, criar menus e vitrines e inserir as informações que quiser. Geralmente isso é feito em uma plataforma de e-commerce, que pode ser alugada e personalizada para o seu negócio.

Portanto, se o marketplace é como um shopping online, a loja virtual é como um estabelecimento de rua, que pertence a uma única marca.

Qual a diferença entre e-commerce e loja virtual?

Embora sejam conceitos diferentes, loja virtual muitas vezes é usada como sinônimo de e-commerce. Afinal, trata-se do modelo mais tradicional de vendas pela internet.

Mas a loja virtual, assim como o marketplace, é apenas um dos canais de venda do comércio eletrônico. Já o e-commerce é mais abrangente e engloba todas as formas de vender e comprar produtos pela internet.

Quais os tipos de e-commerce?

O tipo de e-commerce que você mais conhece provavelmente é o varejo entre lojistas e consumidores, que faz parte do nosso dia a dia. Mas existem várias outras modalidades de comércio eletrônico para vários tipos de produtos e clientes e diferentes tipos de plataformas de e-commerce.

Confira agora os principais tipos de e-commerce:

B2C

Business to Consumer (B2C) é o tipo de comércio eletrônico entre lojas e consumidores finais, sem intermediários. Nessa modalidade, o lojista vende produtos ou serviços diretamente ao consumidor, em canais como marketplaces e lojas virtuais.

B2B

O e-commerce B2B (Business to Business) é o comércio eletrônico entre empresas. Pode ser utilizado por atacadistas e fabricantes que vendem para intermediários (até chegar ao consumidor final). Também são B2B as empresas que vendem produtos e serviços que vão ser usados pelas próprias empresas, como softwares de gestão e móveis para escritório.

D2C

Direct to Consumer (D2C) é uma modalidade de comércio em que o fabricante vende seus produtos diretamente ao consumidor final.

Neste tipo de e-commerce, não há intermediários. Geralmente, uma indústria vende seus produtos a distribuidores ou varejistas, como no modelo B2B. Mas o e-commerce facilitou que os fabricantes conseguissem chegar até os consumidores finais. Dessa forma, eles têm mais contato com os clientes e podem aumentar sua margem de lucro.

Varejistas

O e-commerce de varejo é um dos tipos de B2C, mas envolve apenas a venda de produtos diretamente para o consumidor. O varejista atua como intermediário entre os fabricantes ou atacadistas e o consumidor final.

Em geral, as vendas no varejo são realizadas em menor quantidade por pedido e com ticket médio mais baixo, mas em grande volume de vendas.

Atacadistas

O e-commerce de atacado é um dos tipos de B2B e também envolve apenas a venda de produtos. Nesse caso, o atacadista vende para varejistas, que, por sua vez, vendem para o consumidor final. Muitas vezes, um mesmo e-commerce pode vender no atacado e no varejo, apenas diferenciando o tipo de cliente (pessoa física ou pessoa jurídica).

No atacado, o volume de pedidos pode ser menor que o do B2C, mas o ticket médio e a quantidade de itens por pedido tendem a ser maiores. 

Produtos físicos

Um e-commerce pode vender produtos físicos. Eles podem ir de produtos alimentícios e perecíveis a carros e apartamentos. Nesse caso, é importante que o vendedor ofereça formas de tornar o produto mais tangível, já que o comprador não pode experimentar antes de comprar.

Produtos digitais

Um e-commerce também pode vender produtos digitais ou infoprodutos. Estamos falando de ebooks, vídeo aulas, cursos online, webinários, planilhas, entre outros produtos que existem apenas virtualmente.

O comércio desse tipo de produto se tornou mais comum com os programas de afiliados, em que usuários cadastrados promovem a venda de infoprodutos de criadores de conteúdo. As vendas desse tipo de produto geralmente acontecem nas plataformas de afiliados, que permite gerenciar as vendas e comissões dos afiliados.

Maiores e-commerces do Brasil

Você sabe quais são as maiores lojas online do Brasil? Certamente você já passou por elas ou por algum anúncio delas pela internet.

Todas essas lojas trabalham com o modelo de marketplace, embora a maioria venda também produtos da sua própria loja. Algumas nasceram na internet, outras vieram do varejo físico para o online.

Enfim, veja se você conhece os maiores e-commerces do Brasil:

Shopee

A Shopee é uma grande aposta para quem vende online. O marketplace asiático chegou no Brasil em 2019 com estratégias muito interessantes e conquistou os vendedores brasileiros, que já somam mais de 1 milhão inscritos, conforme a Mercado & Consumo.

A plataforma abre espaço para pequenos e médios negócios e se destaca pelos preços competitivos e condições especiais para frete grátis

Mercado Livre

Mercado Livre é o maior marketplace da América Latina. Criada em 1999, na Argentina, a empresa opera atualmente em 18 países, entre eles o Brasil.

O e-commerce surgiu focado na venda de produtos usados e ainda é usado com esse propósito. Mas atualmente 90% dos produtos vendidos no Mercado Livre são novos. A plataforma já tem mais de 12 milhões de vendedores parceiros na América Latina.

Americanas

A Lojas Americanas, fundada em 1929 em Niterói (RJ), já é conhecida há anos no varejo físico. Já a Americanas.com foi criada em 1999 para atuar apenas no e-commerce.

A Americanas.com se tornou um dos maiores e-commerces do Brasil nas mãos da B2W Digital, que surgiu em 2006 a partir da fusão entre Americanas.com, Submarino e Shoptime. Atualmente opera como loja virtual e marketplace.

Em 2021, a Lojas Americanas e a Americanas.com fundiram suas operações e deram origem à Americanas S.A., controlada pela B2W Digital.

Amazon

A Amazon é uma empresa dos Estados Unidos, criada pelo bilionário Jeff Bezos. É um gigante mundial do e-commerce, com operações em diversos países.

As operações da Amazon no Brasil começaram com a venda de livros digitais em 2012. Em 2017, começou a operar como marketplace, com lojistas parceiros locais. No mundo todo, 55% dos produtos vendidos na plataforma são de vendedores parceiros.

Já em 2019, a Amazon iniciou as vendas diretas de 12 categorias de produtos (atualmente já são 35) no Brasil, vendidos e entregues pela empresa.

Casas Bahia

Casas Bahia é uma popular rede de varejo, fundada em 1952 em São Caetano do Sul (SP). Em 2009, a empresa criou sua loja virtual e passou a vender seus produtos na internet. Mais recentemente, em 2015, passou a operar também com lojistas parceiros, no modelo de marketplace.

Atualmente a Casas Bahia faz parte da Via (antiga Via Varejo), que engloba também as lojas do Ponto (antigo Ponto Frio) e Extra.com.br.

Magalu

Magazine Luiza — Magalu, para os íntimos — é outra gigante do varejo físico, fundada em 1957, que criou uma das maiores lojas online do Brasil. Atualmente se coloca como uma plataforma digital de varejo multicanal, com lojas físicas, loja online e marketplace.

Durante a pandemia de coronavírus, a Magalu se destacou com diversas ações sociais. Não por acaso, foi a marca de varejo mais lembrada pelos consumidores em uma pesquisa realizada em 2020.

Quais as vantagens do e-commerce?

O e-commerce já reúne milhões de lojistas e consumidores. Na era digital, as compras pela internet já se tornaram um hábito para as pessoas — e é, claro, uma grande oportunidade para os vendedores.

Agora, vamos entender melhor quais são as vantagens do e-commerce para os lojistas: 

Vender para mais pessoas

A internet abre as portas da sua empresa para milhares de pessoas que talvez nunca conhecessem o seu negócio. Elas podem morar do outro lado do Brasil, comprar seus produtos e receber em casa.

Os números do e-commerce no Brasil mostram que há cada vez mais compradores online no país. É para toda essa quantidade de pessoas que você pode vender.

Segundo o relatório Webshoppers, quase 80 milhões de pessoas compraram pela internet em 2020, sendo que 13,2 milhões fizeram isso pela primeira vez. Em relação a 2019, o número de novos consumidores, impulsionado pelo contexto da pandemia, cresceu 23%.

Atender melhor o cliente

O consumidor quer comprar pela internet. Nos canais digitais, as pessoas ganham praticidade e podem comprar a qualquer hora do dia, receber os produtos em casa e ainda encontrar preços mais em conta.

Imagine, então, se o cliente quer comprar algum produto que você vende, mas você não tem um e-commerce. Ele precisa ligar para a sua loja, saber que horas abre e ir até lá pessoalmente… A maioria das pessoas, porém, já teria logo entrado na loja do seu concorrente para encontrar aquele produto.

Portanto, quando você cria um e-commerce, consegue atender melhor o cliente e oferecer uma experiência de compra mais ágil e eficiente. O relatório da Zendesk sobre experiência do cliente mostra que 65% dos consumidores querem comprar de empresas que oferecem transações online rápidas e fáceis.

Monitorar todos os resultados

Outra grande vantagem do e-commerce em relação às vendas físicas é poder monitorar todos os resultados das estratégias.

Se você criar um anúncio para vender um produto, pode saber exatamente quantos clientes, vendas e receitas essa publicidade gerou. Se você otimizar o site para aumentar as vendas, também pode saber o impacto dessa otimização nas conversões da loja virtual.

Portanto, os dados estão nas suas mãos para aprender com os erros e acertos das suas estratégias. Com melhorias contínuas, você vai criar as melhores estratégias.

Utilizar dados dos clientes

Além de dados sobre as suas estratégias, você também pode ter uma infinidade de dados sobre os seus clientes. Grande parte das estratégias de marketing para e-commerce se baseiam nos dados dos consumidores.

Com o uso de ferramentas, você pode coletar e tratar os dados dos clientes para que eles se tornem inteligência para o seu negócio. Eles permitem personalizar recomendações de produtos, criar conteúdos específicos para cada pessoa e estreitar o relacionamento com os consumidores.

Integrar com o marketing digital

O marketing digital é uma grande força para as vendas atualmente. Os canais da internet permitem alcançar mais pessoas, interagir com o público e oferecer conteúdos relevantes para elas.

Porém, se você não tem um e-commerce, o desafio de transformar visitantes do site e seguidores das redes sociais em cliente se torna muito mais difícil. No e-commerce, por outro lado, a sua loja está no mesmo contexto online que o consumidor.

Por isso, é mais fácil integrar as estratégias de marketing digital com as vendas online e levar as pessoas até o e-commerce para comprar.

estratégias para vender mais na Shopee

Quais as desvantagens do e-commerce?

Ok, o e-commerce tem várias vantagens, mas não é perfeito. Você pode encontrar alguns desafios nas vendas online. Vamos mostrar agora quais são as principais desvantagens do e-commerce:

Concorrer com mais lojistas

Embora o e-commerce permita vender para muito mais pessoas, você também concorre com muitas outras lojas. Não há barreiras geográficas para os consumidores, mas também não há para os seus concorrentes.

Além disso, o e-commerce enfrenta a concorrência de grandes varejistas, como as maiores lojas online que vimos antes. Elas concentram boa parte das vendas do e-commerce brasileiro, com preços bastante agressivos. Por isso, é importante encontrar o seu nicho de atuação e fidelizar o seu cliente com diferenciação nos produtos ou no atendimento.

Gerenciar problemas com entregas e devoluções

Alguns problemas do e-commerce decorrem do fato de que as compras são feitas à distância. Como o produto precisa ir do estoque até o endereço do cliente, podem ocorrer problemas de entrega no caminho, como um acidente de trânsito ou troca de mercadoria, o que não costuma acontecer nas vendas presenciais.

Além disso, como o consumidor não pode experimentar o produto, as chances de receber a compra no tamanho errado ou diferente do que ele imaginava aumentam. Assim, as trocas e devoluções de produtos, que exigem uma logística especial e geram custos, são mais comuns.

Portanto, outra desvantagem do e-commerce é lidar com problemas de entregas e devoluções. Porém, um bom planejamento de logística e de custos pode minimizar essa questão.

Perder proximidade com o cliente

A distância física também afeta o relacionamento entre lojas e clientes. Em uma venda presencial, o consumidor tem contato com o vendedor, tira dúvidas na hora, toca no produto e tem uma experiência de imersão na loja.

Já no e-commerce, a loja não tem essa proximidade com o cliente. Todo o processo de compra é automatizado na plataforma de venda, o que reduz os laços que o consumidor poderia criar com a loja.

Mas existem vários recursos de marketing digital para estreitar esse relacionamento de outras formas, especialmente com conteúdos relevantes e experiências de compra personalizadas para cada consumidor.

Melhor plataforma de e-commerce

Uma boa plataforma de e-commerce é a sua principal aliada para o sucesso nas vendas. Você precisa de uma estrutura segura, confiável, customizável e eficiente para a sua loja.

É lá que você vai inserir seus produtos e gerenciar as vendas. É por meio dessa plataforma que você oferece uma boa experiência de compra aos clientes. E, se a ferramenta permitir, você também pode integrar com uma plataforma de marketplace para vender ainda mais.

Agora, você vai conhecer as principais plataformas de e-commerce para realizar suas vendas pela internet. Confira:

Bagy

Bagy é uma plataforma de e-commerce focada no pequeno e médio lojista. A intenção da plataforma é mostrar que ter uma loja na internet é mais fácil do que as pessoas imaginam. 

Para isso, oferece um aplicativo que permite ter uma loja virtual em apenas 15 minutos, com todas as funcionalidades de vendas, como a inserção de produtos, promoções, integrações, personalização da aparência do site, além da gestão de estoque, frete e envios.

Você nem precisa de um computador para criar a sua loja virtual: basta baixar o app para celular e começar a inserir seus produtos! Não entende nada de tecnologia? Não se preocupe, porque o aplicativo é super fácil de usar, até mesmo por quem ainda não tem experiência.

A plataforma também tem fácil integração com redes sociais e marketplaces, para que o lojista amplie suas vendas no Mercado Livre, Shopee, Instagram, Facebook e outros canais importantes.

A Bagy oferece um plano anual de R$ 49,90 ao mês, para você ter o seu site de vendas completo.

Dooca

Dooca é uma plataforma de e-commerce intuitiva, para que os lojistas criem sua loja virtual sem precisar entender de código.

É possível editar facilmente a aparência da loja, otimizar o site para o Google, criar vitrines de produtos, integrar com marketplaces, meios de pagamento, marketing, logística e outras plataformas, entre outras funcionalidades.

A Dooca tem 6 planos pagos, a partir de R$ 49 ao mês no plano mais básico, para até 100 produtos na loja.

Tray Commerce

O Tray Commerce tem mais de 17 anos de mercado online. É uma plataforma totalmente customizável, com soluções para diferentes segmentos de negócios, como e-commerce B2B, B2C e indústrias.

Oferece soluções para integração omnichannel, vendas em marketplaces, personalização e customização, além de acompanhamento e suporte técnico para implementação da loja.

O Tray Commerce oferece 5 tipos de planos, começando com o valor de R$ 49 ao mês para até 100 produtos na loja e 10 mil visitas mensais.

Tray Corp

O Tray Corp é uma versão da plataforma Tray para operações mais complexas de e-commerce, que exigem configurações personalizadas. Nesse plano, os clientes podem criar lojas virtuais de grande porte, ter seu próprio marketplace ou gerenciar um clube de assinatura.

Os valores do Tray Corp devem ser consultados diretamente com a empresa.

Woo Commerce

Woo Commerce é um plugin de código aberto para WordPress. Trata-se de um sistema gratuito para usar como plataforma de e-commerce e customizar como você quiser. É fácil de usar, mas precisa ser instalado em um site já criado no WordPress.

É possível gerenciar a loja no painel administrativo e integrar com redes sociais, marketplaces, meios de pagamento e outras integrações usuais de uma plataforma de e-commerce.

Shopify

Shopify é uma das plataformas de e-commerce mais conhecidas do mundo, usada por mais de 1,7 milhão de empresas em 175 países.

A plataforma oferece modelos e templates de loja virtual para diferentes tipos de negócios. Outro destaque é a possibilidade de integração com mais de 6 mil aplicativos de vendas, marketing, pagamentos, redes sociais etc.

Os preços da plataforma são em dólar. Você pode escolher entre 3 tipos de planos, que custam a partir de US$ 29 por mês. 

Como criar um e-commerce?

Agora, vamos começar a entender como criar um e-commerce de sucesso. Primeiramente vamos explicar como funciona um e-commerce e suas principais características. Depois, você vai saber como fazer um planejamento estratégico para e-commerce, com todo os passos para montar a sua loja virtual, e como divulgar seu negócio na internet. Acompanhe!

Como funciona o e-commerce?

Quando você vê uma loja virtual, talvez não imagine tudo o que está por trás dela. Não é só colocar os produtos à venda — os lojistas precisam de estrutura e planejamento para gerenciar o negócio.

A seguir, vamos conhecer os principais elementos que formam um e-commerce:

Infraestrutura online

Toda a infraestrutura de um e-commerce é online. Você não precisa instalar programa algum no seu computador — todas as informações e a estrutura da loja virtual ficam armazenadas na nuvem. Isso significa que você pode acessar o painel administrativo em qualquer lugar e quando quiser. Basta ter uma conexão com a internet.

Para ser eficiente, essa infraestrutura na nuvem precisa oferecer estabilidade, performance e segurança. Assim, sempre que o usuário quiser acessar a loja virtual, vai encontrar um site disponível, rápido e seguro para fazer suas compras.

Fornecedores de e-commerce

Fornecedores são outro elemento importante de um e-commerce. Eles são seus principais parceiros de negócio, porque influenciam diretamente na satisfação dos clientes.

Você precisa de fornecedores que ofereçam produtos de qualidade, mas que também garantam a disponibilidade de produtos no estoque, cumpram prazos e tenham bons preços. Com isso, você consegue fazer uma boa negociação e atender bem os seus clientes.

Gestão de estoque

A gestão do estoque é um ponto sensível de qualquer e-commerce. Você não quer que um cliente compre um produto e receba no tamanho errado ou que sequer possa recebê-lo por estar em falta no estoque…

Por isso, a gestão do estoque precisa ser bem planejada. As plataformas facilitam a sua vida ao automatizar as baixas no estoque quando os clientes compram. Se você vende em redes sociais e marketplaces, as plataformas também podem integrar as vendas e dão baixa automaticamente. Dessa forma, você tem todo o controle na plataforma.

Além disso, é importante saber identificar o nível ideal de estoque de cada produto. Saiba quantos itens você precisa ter para não faltar produto, mas também não deixar itens encalhados.

Meios de pagamento

Nas compras online, todas as transações acontecem à distância. Então, o e-commerce precisa oferecer meios de pagamento virtuais, com segurança e eficiência.

Geralmente as plataformas de e-commerce oferecem integração com meios de pagamento, como PayPal, Cielo, Mercado Pago e PagSeguro, que fazem a intermediação do pagamento entre o comprador, a bandeira do cartão e o banco.

Eles oferecem diversas formas e condições de pagamento e analisam a segurança das operações, sem que você precise se preocupar com isso.

Logística no e-commerce

A logística também é um ponto importante do e-commerce. Se as vendas são feitas à distância, os produtos têm um longo caminho até chegar ao endereço do cliente. E, nesse processo, alguns problemas podem acontecer, como trocas de mercadorias e atrasos nas entregas.

Além disso, como a compra é online, o consumidor não pode experimentar o que está comprando. Então, são grandes as chances de receber um produto diferente do que imaginava — e querer trocar ou devolver…

Tudo isso tem a ver com a logística do e-commerce. Essa área também precisa ser bem planejada e contar com bons parceiros para evitar esses problemas.

Fluxo de caixa

Cuidar das finanças é uma obrigação para qualquer lojista. Nesse sentido, ter um e-commerce não é diferente de ter uma loja física. Você precisa ter controle do fluxo de caixa, ou seja, das entradas e saídas de dinheiro, que garantem a sua saúde financeira.

As plataformas de e-commerce ajudam no controle financeiro, ao oferecer relatórios que consolidam seus resultados. Mas também é importante manter planilhas atualizadas sobre a situação financeira do seu negócio e fazer um planejamento periódico para controlar as finanças.

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Passo a passo de como montar um e-commerce em 2021

Então, quer saber logo como montar um e-commerce? Vamos ver agora os principais passos para criar a sua loja virtual:

Planeje o seu negócio

Ter uma loja virtual é ter um negócio. E qualquer negócio precisa ser bem planejado para dar certo. Não se trata apenas de vender produtos, mas de estruturar uma empresa e identificar boas oportunidades de mercado para prosperar.

Então, comece a montar um e-commerce com o planejamento desse negócio. Olhe para o mercado e escolha um nicho que seja do seu interesse, mas que também seja lucrativo e promissor. Analise os consumidores que você pode atender e defina um público-alvo. Entenda quem são seus concorrentes e estude as suas estratégias.

Além disso, defina quais são os seus objetivos ao montar um e-commerce e quais metas quer alcançar nos próximos anos, especialmente em termos de vendas, clientes, faturamento e lucratividade. Para isso, avalie também os custos de um e-commerce e como você vai cobri-los.

Quando você tiver certeza sobre o seu e-commerce, formalize a empresa com um CNPJ. É preciso ainda definir o enquadramento jurídico (MEI, LTDA, S/A, EIRELI etc.) e tributário (geralmente o Simples Nacional). Um contador é importante nesse momento.

Você pode começar a vender como Pessoa Física na internet, mas a formalização traz mais profissionalismo e credibilidade para o seu negócio.

Entenda a legislação para vendas online

A formalização da empresa é apenas uma das obrigações de um e-commerce. Existem ainda outras normas para quem quer vender pela internet, e você precisa saber sobre isso.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC), de 1990, é uma das leis que você precisa conhecer. Embora não trate especificamente do e-commerce, aborda os direitos do consumidor nas relações comerciais. Uma das normas que se refere às vendas online é o direito de arrependimento em 7 dias depois de receber o produto.

A Lei do E-commerce, por sua vez, é o decreto que preenche as lacunas do CDC em relação ao comércio eletrônico. Criada em 2013, essa lei dispõe, por exemplo, sobre a necessidade de ter informações claras de contato no site e facilitar o atendimento ao consumidor.

Outra lei importante é a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que entrou em vigor em 2021. Ela traz disposições sobre a segurança dos dados dos usuários. Isso é essencial no e-commerce, já que as lojas lidam com dados sensíveis dos consumidores, como suas informações de endereço e pagamento.

Crie a estrutura da sua loja virtual

Se você tivesse uma loja física, iria procurar um estabelecimento para alugar ou comprar, não é? Então, no e-commerce, é hora de ir atrás da estrutura que você precisa para colocar seus produtos à venda: a plataforma de e-commerce.

Lembre-se de que essa estrutura é essencial para a experiência de compra. Então, pesquise sobre os fornecedores de plataforma de e-commerce. Aqui nesse texto já indicamos alguns. 

Você também precisa registrar o domínio da sua loja virtual e escolher uma hospedagem para o site. Procure inserir o nome da loja de forma direta na sua URL (ex.: www.nomedaloja.com.br), para que os clientes achem facilmente. Quanto à hospedagem, escolha um serviço confiável, que garanta segurança e disponibilidade permanente do site.

Planeje a logística do e-commerce

O papel da logística no e-commerce vai desde o recebimento de mercadorias dos fornecedores até a entrega dos produtos aos clientes. Quando o comprador faz um pedido, você precisa ter uma boa logística para separar o produto, embalar, etiquetar, enviar pela transportadora e controlar a entrega.

Perceba que são várias atividades, que precisam ser alinhadas para não errar na entrega. Por isso, o planejamento da logística é tão importante.

Comece com a gestão do estoque, para definir um nível ideal de produtos armazenados e organizá-los de forma ordenada, que facilite sua separação. Faça também uma boa gestão de transporte, que inclui, entre outras atividades:

  • Negociação com transportadoras;
  • Integração da plataforma com transportadoras;
  • Rastreamento de entregas;
  • Cálculo de custos de entregas;
  • Planejamento de trocas e devoluções.

Prepare-se para oferecer um bom atendimento

O atendimento da loja virtual é determinante para a decisão de compra e fidelização dos clientes. Mais uma vez, é preciso lembrar que a compra no comércio eletrônico é à distância. Então, os contatos que o cliente tem com a loja ajudam a construir confiança nessa relação.

Por isso, prepare-se e, se você tiver uma equipe, treine os atendentes. Na internet, os clientes querem um atendimento ágil, cordial e eficiente, sem enrolações. Além disso, eles querem transparência das marcas para resolver seus problemas e dúvidas.

Depois de realizar uma venda, a qualidade do atendimento é ainda mais importante. Esse é o momento de fidelizar os clientes satisfeitos e recuperar os insatisfeitos, que tiveram algum problema na compra.

De acordo com o relatório CX Trends 2020, o atendimento e a agilidade estão entre os principais fatores que atraem os clientes para o e-commerce. Então, prepare-se para isso!

Crie estratégias de marketing

Não adianta montar um e-commerce e ficar de braços cruzados esperando os clientes aparecerem. Estratégias de marketing, especialmente de marketing digital, estão aí para atrair compradores até a sua loja, despertar seu interesse e engajá-los com a sua marca.

O primeiro passo para isso é criar uma marca para a sua loja virtual. A identidade visual é essencial para identificar o seu negócio, transmitir a essência da sua marca e criar conexão com as pessoas.

Depois, essa identidade pode ser usada em todos os seus canais de divulgação. Você pode usar diversas estratégias de marketing digital, como publicar nas redes sociais e fazer parcerias com influenciadores. Logo mais, você vai ver algumas ideias para potencializar a divulgação da loja e o relacionamento com o seu público.

E-commerce marketing: 9 dicas para divulgar sua loja online

O marketing para e-commerce deve contar principalmente com canais digitais, como redes sociais, email e blog. Dessa forma, as estratégias de e-commerce se conectam diretamente com os usuários da internet — basta levá-los até as páginas de venda da sua loja virtual.

Agora, vamos ver como elaborar estratégias de marketing digital para e-commerce. Acompanhe:

Conheça seu público-alvo

Toda estratégia de marketing precisa ser direcionada a um público-alvo. O que os lojistas mais querem é vender para todo mundo, mas é importante definir um perfil de público que você quer atrair, para direcionar melhor as estratégias.

O público-alvo é o segmento de consumidores cujas necessidades os seus produtos atendem. Podem ser, por exemplo, mulheres, acima de 40 anos, que moram no interior do Brasil e gostam de praticar esportes. Pense em características demográficas, geográficas e comportamentais que identifiquem essas pessoas de maneira ampla.

Defina sua persona

Além do público-alvo, defina a persona das suas estratégias de marketing digital para e-commerce. A persona também define com quem a marca quer se comunicar, mas traz um maior aprofundamento nas suas características psicológicas e comportamentais, principalmente as dúvidas e necessidades que a sua loja pode ajudar a resolver.

A partir dessa descrição, você consegue definir melhor a linguagem que deve usar nos conteúdos e que tipos de conteúdos podem ser mais valiosos para a sua audiência.

Crie a identidade visual

A identidade visual é outro elemento importante das estratégias de marketing. É a partir da identidade da marca que se desdobram todas as peças de divulgação, desde o layout do e-commerce até os anúncios de publicidade.

Para criar uma identidade visual, é preciso entender a personalidade da sua marca, ou seja, quais características e valores são mais marcantes nela. Entender o público-alvo e a persona também ajuda a definir as cores e elementos que melhor se comunicam com os seus potenciais clientes.

Escolha os seus canais de comunicação

Os canais de comunicação são os pontos de contato da sua loja com o consumidor. A partir do seu conhecimento sobre a persona, você vai identificar quais canais os seus clientes preferem usar — então, é lá que você deve estar. Estas são algumas possibilidades:

  • Instagram
  • Facebook
  • TikTok
  • Email marketing
  • Blog
  • WhatsApp

Além dos canais de comunicação e marketing, pense também nos canais de atendimento. Oferecer um telefone de contato, um canal de televendas e/ou um chat online são formas de estar sempre disponível para atender seus clientes.

Monte um plano de marketing

Defina suas estratégias em um plano de marketing. Esse documento estabelece o que você quer fazer e aonde quer chegar, de maneira clara e objetiva. O plano traz alguns tópicos como:

  • Diagnóstico da sua empresa (situação atual, porte, equipe, localização etc.);
  • Definição de objetivos e metas;
  • Indicadores de desempenho;
  • O público-alvo e a persona;
  • Análise de concorrentes;
  • Estratégias de marketing e relacionamento;
  • Cronograma de atividades;
  • Orçamento de marketing.

As estratégias de marketing e relacionamento são o coração do plano de marketing. Ali você pode definir as estratégias que vão ajudar a alcançar seus objetivos, como envios de email marketing, publicações nas redes sociais, criação de um blog, uso de anúncios pagos, entre outras.

Perceba que existem várias possibilidades de estratégias de marketing digital. Mas é preciso definir prioridades para que você e sua equipe consigam dar conta de tudo. Então, escolha canais e estratégias que melhor se comuniquem com o seu público, ok?

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Poste conteúdo interessante

Criar conteúdos já é uma obrigação para as marcas no marketing atual. Elas precisam publicar, principalmente nas redes sociais e em blogs, sobre assuntos que interessem à sua audiência e sejam relevantes no seu dia a dia.

Imagine que todas as pessoas têm um feed já cheio de conteúdos. Então, pense que você precisa se destacar. Para isso, procure entender o que a sua persona quer saber, quais dúvidas ela quer resolver. Além disso, crie um visual atrativo, que não passe despercebido em meio a tantas publicações.

Interaja com seu cliente

O marketing digital não é feito para as marcas falarem sozinhas. Os consumidores querem — e devem — ser ouvidos. Eles têm dúvidas, querem expor suas opiniões e gostam de interagir com as marcas que admiram.

Então, aproveite o poder de interatividade que a internet oferece para estreitar o relacionamento com a sua persona. Esteja disponível para conversar com seus potenciais clientes, mas também incentive as interações nas suas publicações. Dessa forma, você reforça os laços e fideliza os consumidores.

Uma boa ideia é compartilhar os posts de usuários que citam a sua marca — assim, você valoriza o engajamento dos seguidores e incentiva que eles participem mais.

Faça parcerias com outros negócios

Não pense que o seu negócio está sozinho. Você pode conversar com outros lojistas e marcas para fazer parcerias de divulgação e potencializar seu alcance.

Chamamos isso de co-marketing, que é a união entre dois ou mais parceiros para elaborar algum material ou ação em conjunto. Pode ser um ebook, um cupom de desconto, um brinde, entre outras ideias.

Você pode, por exemplo, oferecer o produto de um parceiro como brinde para clientes que comprarem acima de determinado valor. É um mimo para eles, mas também uma forma de atrair os clientes do seu parceiro.

Outra ideia é produzir conteúdos para o blog ou as redes sociais de um parceiro, com links para as suas páginas e produtos. Dessa forma, você atrai um público novo para o seu e-commerce e pode gerar mais vendas. 

Trabalhe com influenciadores digitais

Influenciadores digitais também ajudam bastante na divulgação do e-commerce. Essas personalidades da internet já têm um público fiel e numeroso, o que pode significar novos clientes para a sua loja.

Os seguidores confiam no que os seus influenciadores indicam. Então, se eles recomendarem e endossarem a sua loja, pode ter certeza que você vai ganhar novos clientes.

Você só precisa encontrar influenciadores que tenham um público alinhado com a sua persona. A Shopee, por exemplo, investiu em influenciadores populares para divulgar a sua Black Friday em 2020.

Mas não pense que você precisa fazer parceria com os influencers mais conhecidos, que cobram caro por qualquer divulgação. Mais interessante é encontrar personalidades do seu nicho, que podem até ter menos seguidores, mas geralmente têm um público mais engajado.

Como aumentar vendas de e-commerce?

Quer mais algumas dicas para aumentar as vendas no e-commerce? Cada detalhe pode fazer a diferença! Por isso, vamos dar mais algumas ideias de vendas, marketing e relacionamento com seu cliente. Confira:

Invista no remarketing

Remarketing é uma das estratégias mais eficientes do e-commerce. Sabe aquele cliente que foi “só dar uma olhadinha” e deixou o seu site sem comprar? Essa estratégia permite ir atrás desse cliente e incentivá-lo a voltar para finalizar a compra.

Uma campanha de remarketing deve ser criada em alguma das plataformas de publicidade da internet, como o Google Ads ou o Facebook Ads, ou em ferramentas de email marketing. Assim, elas identificam clientes que visitaram o seu site sem comprar nada e enviam a eles anúncios ou emails para que retornem.

Surpreenda o cliente na entrega

A entrega do produto no e-commerce é crucial para a satisfação do cliente. É a hora de saber se as expectativas vão ser atendidas. É o momento em que a compra e a relação com a loja se tornam tangíveis. O cliente vê o produto de perto, toca, experimenta.

Então, você pode surpreender o cliente na entrega para superar suas expectativas. Uma embalagem bem feita, algum mimo de brinde ou até mesmo um recadinho escrito à mão — tudo isso ajuda a encantar e fidelizar os consumidores.

Crie uma página de produto completa

Uma página de produto completa ajuda o comprador a tomar sua decisão. Como a compra é à distância, ele precisa do máximo de informações possíveis para saber que produto está comprando.

Então, dedique-se às páginas de produto. Elas devem trazer fotos diversas, uma descrição completa, as especificações técnicas (medidas, material, voltagem etc.), além do preço, formas de pagamento e frete. Mas você pode deixar essa página ainda mais completa com:

  • Vídeos;
  • Avaliações de clientes;
  • Comparativos com outros produtos;
  • Posts de blog relacionados ao produto;
  • Sugestões de produtos complementares;
  • Espaço para perguntas de clientes;
  • Perguntas frequentes (FAQ).

Integre as vendas com o Instagram

As vendas pelas redes sociais já são uma realidade. Lá as pessoas descobrem produtos, seguem marcas e planejam suas compras. Então, nada melhor que direcioná-las até o seu e-commerce para comprar logo e transformar seguidores em clientes.

O Instagram Shopping oferece diversos recursos para vendas. Um deles é a sacolinha do Instagram, que permite marcar produtos nos seus posts e stories e direcionar os usuários para uma espécie de vitrine da sua loja na rede social. De lá, é possível levar os usuários até a página de venda do produto na sua loja virtual.

Para isso, é preciso integrar o seu perfil com a plataforma de e-commerce. Então, verifique se a plataforma que você escolher tem essa possibilidade de integração.

Venda em marketplaces

Outra possibilidade de integração das plataformas de e-commerce é a venda em marketplaces. Você pode inserir seus produtos nos maiores marketplaces do Brasil e controlar as vendas pela sua própria loja virtual.

Dessa maneira, os estoques ficam integrados: se você vende um produto no Mercado Livre, por exemplo, o sistema da loja virtual já dá baixa daquele item no estoque. Além disso, você consegue ampliar bastante o alcance e as vendas da sua loja.

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Quais as métricas do e-commerce?

Uma das grandes vantagens do e-commerce é poder medir todos os seus resultados de marketing e vendas. Do número de seguidores ao faturamento da loja, todos os dados estão disponíveis para serem avaliados.

Agora, vamos ver quais são as principais métricas que você deve monitorar:

Retorno sobre Investimento (ROI)

O ROI representa o retorno financeiro que os investimentos em marketing e vendas trouxeram para o seu negócio. Essa métrica ajuda a entender se esses investimentos estão valendo a pena e como otimizar a verba investindo naquilo que traz mais retorno.

Ticket médio

O ticket médio é o valor médio que os clientes gastam em cada compra, que pode incluir um ou mais produtos. Para calcular o ticket médio, é só dividir o faturamento pelo número de clientes no mesmo período. A intenção é sempre aumentar o ticket médio para que cada cliente renda mais para a sua loja.

Taxa de abandono no carrinho

A taxa de abandono de carrinho mostra, entre os usuários que colocam produtos na sacola do e-commerce, o percentual daqueles que deixam o site antes de finalizar a compra. É importante acompanhar essa métrica para entender quais erros podem estar levando os visitantes a deixarem de comprar.

Custo de aquisição do cliente (CAC)

O CAC indica o valor médio que a sua loja gasta para conquistar cada cliente. O cálculo envolve os custos de marketing e vendas para atração de clientes, que devem ser divididos pelo número de clientes adquiridos em um mesmo período. Ao comparar essa métrica com o ticket médio, você pode avaliar se está gastando mais do que recebendo com cada cliente.

Taxa de conversão

A taxa de conversão revela o percentual de visitantes do e-commerce que fez alguma compra na sua loja. Essa métrica é importante para avaliar se as estratégias de conversão do site estão sendo efetivas ou se é preciso otimizar as páginas para vender mais.

6 erros comuns em e-commerce que impedem de vender mais

Mesmo que você se dedique para criar o melhor e-commerce, alguns erros comuns podem dificultar esse caminho. Selecionamos aqui os principais erros que os lojistas cometem e que impedem de vender mais pela internet.

Falta de suporte de qualidade

O suporte das lojas virtuais precisa estar preparado para atender os clientes — antes, durante e depois de uma venda. Os clientes têm dúvidas que precisam ser respondidas com agilidade e eficiência, e isso exige um treinamento dos atendentes. Eles também precisam se conscientizar da importância de atender bem o cliente para garantir sua satisfação e fidelização.

Não ser acessível para celulares

Se o seu e-commerce não é acessível para celulares, você pode perder muitas vendas. Afinal, atualmente muitos consumidores usam o seu smartphone para comprar. Então, verifique se a sua plataforma de e-commerce permite criar um site compatível com dispositivos móveis, que ofereça a melhor experiência para todos os usuários.

Ausência de segurança de dados

O e-commerce lida com dados sensíveis dos consumidores. Eles informam seu endereço, CPF, cartão de crédito, entre outros dados pessoais. Então, a loja virtual deve adotar medidas de proteção, como o uso de certificado digital e do protocolo HTTPS. Isso transmite confiança ao cliente, evita problemas com invasões e vazamentos de dados e, mais importante, é lei (LGPD).

Problemas de logística

Problemas de logística levam a atrasos na entrega, danos a mercadorias, custos desnecessários e outros prejuízos. Isso tudo afeta a satisfação e o relacionamento com os clientes e prejudica a imagem da sua loja. Por isso, a logística é um dos pontos mais importantes do planejamento de e-commerce.

Dificuldade de entrar em contato

Muitas lojas virtuais dificultam o acesso aos meios de contato. Você precisa revirar o site para encontrar um telefone ou fica horas esperando pelo atendimento no chat. Isso pode levar o consumidor a desistir da compra e ainda ficar com uma péssima impressão sobre a loja. Então, esteja disponível para atender o cliente e resolver suas dúvidas.

Experiência de compra ruim

Um site que não carrega com rapidez, páginas que dão erro e não abrem, informações faltando, formulários de cadastro muito longos… Tudo isso contribui para uma experiência de compra negativa. O que você precisa fazer é facilitar a vida do comprador e simplificar o processo, de maneira que ele encontre e compre o que deseja sem obstáculos.

Principais dúvidas sobre e-commerce

Ainda tem algumas dúvidas sobre e-commerce? Vamos passar agora por algumas perguntas frequentes relacionadas ao comércio eletrônico.

Como surgiu o e-commerce no brasil?

O e-commerce no Brasil começou na década de 1990. Em 1995, iniciou-se a era da internet comercial no país. Então, começaram a surgir as primeiras lojas virtuais — a Booknet, uma livraria virtual, talvez tenha sido a primeira. Em 1999, essa loja foi comprada por aquele que se tornaria um dos maiores e-commerces brasileiros: o Submarino.

No início, o e-commerce no Brasil passou por muita desconfiança. Os consumidores tinham medo de comprar sem conhecer o vendedor ou informar seus dados de pagamento. Nesse contexto, os sites de compras coletivas, com descontos agressivos, ajudaram a popularizar o hábito de comprar pela internet. A partir daí, o e-commerce só evoluiu e cresceu no Brasil.

Antiga interface da Booknet (Fonte: Tecmundo)

Loja virtual precisa emitir nota fiscal?

Lojas virtuais precisam emitir notas fiscais. Vale lembrar o que dissemos antes: em muitos aspectos, ter um e-commerce é como ter qualquer outro negócio. Você precisa registrar a empresa, obter um alvará da prefeitura, pagar tributos e outras diversas obrigações, inclusive emitir NFs.

Existe uma exceção, porém, sobre os Microempreendedores Individuais. Pela legislação, os MEIs não são obrigados a emitir notas fiscais, o que vale também para as vendas pela internet. 

Ainda assim, vale a pena pensar no lugar do seu cliente. Você não se sentiria mais seguro de comprar com uma loja devidamente registrada, que emite nota fiscal de venda? Então, mesmo que não seja obrigado a isso, procure emitir nota fiscal.

O que é um serviço de hospedagem de site?

Hospedagem de site é o conjunto de servidores de uma empresa que armazena os dados e informações das suas páginas. O provedor é a empresa que oferece esse tipo de serviço, com uma grande infraestrutura de servidores para armazenar milhares de sites ao mesmo tempo.

Para ter um e-commerce, você precisa hospedar a loja virtual com algum provedor. Então, escolha um serviço confiável e com bom suporte técnico, que garanta segurança, disponibilidade do site e capacidade de armazenamento, mesmo que a sua loja cresça.

Como trabalhar com e-commerce de casa?

Trabalhar com e-commerce de casa é bastante comum. Como as vendas online não exigem um local para receber o cliente, você pode administrar todo o negócio dentro da sua própria casa, sem gastar mais com aluguel, luz e internet.

Na maioria das vezes, você só precisa de um espaço para o estoque. Dependendo do tipo de produto e do volume de vendas, eles podem até ser armazenados na sua casa, ou você pode alugar um espaço de armazenamento. Algumas lojas sequer mantêm um estoque: no modelo dropshipping, elas fazem apenas a intermediação da venda, enquanto os fornecedores enviam diretamente ao cliente.

Como escolher a melhor plataforma de e-commerce?

A escolha da plataforma de e-commerce é uma decisão importante, já que ela define a estrutura da sua loja e influencia diretamente na experiência de compra que você vai oferecer.

Para fazer uma boa escolha, investigue sobre a reputação dessas plataformas, leia avaliações de clientes, veja alguns cases e saiba se prestam um bom atendimento. Entenda também se a plataforma oferece os recursos que você precisa e qual o melhor plano para o porte da sua loja.

Quer ter seu próprio e-commerce?

Depois de ler o nosso guia completo e descobrir como trabalhar com e-commerce pode ser uma grande oportunidade, ficou com vontade de ter a sua loja virtual?

Podemos ajudar você a ter um e-commerce de sucesso, independentemente se você já vende em lojas físicas ou se é um lojista iniciante.

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