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Vendas

Tipos de varejo: escolha o ideal para o seu negócio

Por Marina Correa

6 horas atrás
Varejista analisando roupas na loja, representando diferentes tipos de varejo para negócios.

Entenda os principais tipos de varejo, suas particularidades e como escolher o modelo mais adequado para o seu negócio. Explore as vantagens do varejo físico, online, de conveniência, de desconto, de nicho e de serviços.

Abrir uma loja e, pouco tempo depois, perceber que o modelo escolhido não conversa com seu público nem com a realidade do negócio: esse é o tipo de situação que ninguém quer viver, mas que acontece com mais frequência do que parece. Entender os tipos de varejo disponíveis, como funcionam e o que cada um exige, ajuda a evitar esse tipo de erro.

Varejo físico, digital, direto ao consumidor, multicanal… cada modelo tem um jeito próprio de operar, atrair clientes e gerar resultado. E a escolha certa pode trazer muito mais segurança no dia a dia e clareza nas decisões.

Se você está avaliando qual caminho seguir ou pensando em ajustar sua estratégia, esse conteúdo vai te ajudar a enxergar tudo com mais nitidez. Continue lendo e descubra qual modelo faz mais sentido para o seu negócio crescer com consistência.

O que é varejo?

Comprar um produto pronto para usar, ali, na hora, sem precisar pedir grandes quantidades ou esperar dias pela entrega. Essa é a cena típica quando se trata desse modelo de comércio tão presente na vida de todo mundo.

Varejo é, basicamente, a venda direta de produtos ou serviços para o consumidor final. É quando a pessoa compra algo para uso próprio, e não para revender. Pode acontecer numa loja física, numa vitrine online, por telefone ou até pelo WhatsApp. O importante é que o contato seja direto com o cliente que vai, de fato, consumir o que está comprando.

Essa lógica é bem diferente do atacado, por exemplo. No atacado, o foco são as vendas em grande volume, geralmente para outros negócios. O varejo, por outro lado, opera em escala menor, mas com mais proximidade. Ele está na ponta da cadeia, onde a compra acontece de forma prática, simples e personalizada.

Enquanto o atacado movimenta grandes lotes, o varejo movimenta experiências. Ele entende as preferências do cliente final, adapta a oferta, cria conexão e constrói relacionamento. E por mais que existam vários formatos e canais, essa é a essência que nunca muda: atender diretamente quem compra para si, no tempo e do jeito que quiser.

Quais são os tipos de varejo?

Escolher como vender é tão importante quanto o que vender. Cada modelo de varejo tem suas particularidades, vantagens e formas de se conectar com o público. A seguir, você vai conhecer os principais tipos de varejo e entender como cada um pode funcionar dentro da realidade do seu negócio.

Varejo físico

Entrar, olhar, tocar, experimentar e levar na hora. Essa é a experiência que muitos consumidores ainda preferem quando fazem uma compra. As lojas tradicionais seguem presentes no dia a dia das pessoas, principalmente em centros urbanos, shoppings e ruas comerciais.

Esse formato permite uma interação direta entre cliente e vendedor, o que pode facilitar a decisão de compra e criar vínculos mais duradouros. Outro ponto forte está na possibilidade de oferecer um atendimento mais próximo, com suporte imediato. Por outro lado, exige estrutura, equipe e custos fixos mais altos. Mesmo com os avanços do digital, esse modelo continua forte, especialmente para quem valoriza o contato humano e o imediatismo.

Banner de oferta da plataforma Bagy

Varejo online

A compra acontece em poucos cliques, sem sair de casa e com entrega direto na porta. Essa é a realidade cada vez mais comum de quem vende pela internet. Nesse formato, o cliente acessa a vitrine virtual, escolhe o que quer e finaliza tudo no próprio celular ou computador. Isso inclui e-commerces, marketplaces e redes sociais com função de venda.

Uma das grandes vantagens está no alcance: é possível atender pessoas de diferentes regiões sem precisar de um ponto físico. Ainda há o fato de que os custos tendem a ser mais enxutos. É um caminho atrativo para quem busca flexibilidade, visibilidade e praticidade nas operações do dia a dia.

Varejo de conveniência

Quando a pressa fala mais alto, esse tipo de loja se torna a escolha natural. Aqui, a proposta é oferecer produtos que resolvem necessidades imediatas, com fácil acesso e agilidade no atendimento. Estão presentes em postos de gasolina, estações, bairros movimentados ou até dentro de hospitais.

Itens básicos como bebidas, lanches, itens de higiene e utilidades rápidas são os mais comuns nesse formato. A ideia é simples: o cliente entra, pega o que precisa e sai em poucos minutos. Funciona bem em locais de grande circulação, onde tempo e praticidade contam muito. É uma solução prática tanto para o consumidor quanto para quem empreende.

Varejo de desconto

Preços chamativos, prateleiras cheias e carrinhos sempre cheios. Esse modelo aposta em valores mais acessíveis para atrair um público que busca economia sem abrir mão da variedade. Funciona com base no volume: quanto mais vende, maior o giro de produtos e menor o preço final.

Supermercados, atacarejos, outlets e grandes lojas populares são bons exemplos desse formato. A estratégia está em negociar bem com fornecedores e repassar essa diferença ao consumidor. Para o empreendedor, o foco está em margens mais enxutas e uma operação ágil. É uma alternativa interessante para quem quer movimentar grandes quantidades e alcançar um público mais amplo.

Varejo de nicho

Aqui, a especialização é o que atrai. Esse modelo foca em atender um grupo bem definido de pessoas, com interesses, gostos ou necessidades muito específicas. Pode ser uma loja de artigos para pets, produtos naturais, itens geeks ou qualquer outro segmento que tenha um público apaixonado e engajado.

O diferencial está no conhecimento profundo sobre o que se vende e para quem se vende. Isso permite criar uma experiência mais personalizada, com curadoria de produtos e um atendimento mais próximo. Embora o alcance seja menor, a conexão com o cliente costuma ser mais forte, o que pode gerar fidelidade e vendas consistentes no longo prazo.

Varejo de serviços

Nem todo negócio vende algo que cabe numa sacola. Em muitos casos, o que o cliente busca é uma experiência, uma solução prática ou um cuidado específico. É o que acontece com salões de beleza, academias, clínicas e até oficinas. O foco aqui está na prestação de serviço, com atendimento direto e personalizado.

A entrega não é um produto, mas o resultado daquilo que foi contratado. Por isso, confiança, qualidade e relacionamento contam muito. Nesse formato, a presença física costuma ser fundamental, já que o serviço exige a interação com o cliente. É uma opção sólida para quem tem conhecimento técnico e gosta de lidar com o público.

Quais as diferenças entre varejo online e físico?

Antes de escolher o caminho ideal, vale entender o que muda entre vender no ambiente digital e manter uma loja presencial. Cada modelo tem suas particularidades e desafios. A seguir, você vai ver o que realmente diferencia esses dois formatos, na prática, e o que isso representa para o seu negócio.

Alcance geográfico

Estar presente em diferentes cidades ou até estados sem precisar de várias unidades físicas é um dos grandes atrativos de vender pela internet. No digital, a barreira da localização praticamente desaparece, permitindo alcançar um público bem mais amplo com a mesma estrutura. Isso abre espaço para explorar novos mercados, testar regiões e crescer de forma escalável.

Já no presencial, o alcance depende diretamente da localização da loja e do fluxo de pessoas no entorno. Por isso, a escolha do ponto físico se torna um fator estratégico e, muitas vezes, limitante para o crescimento.

Experiência de compra

Pegar o produto nas mãos, tirar dúvidas ao vivo e levar na hora: esse é o ponto forte das lojas tradicionais. O contato humano cria vínculos e pode influenciar diretamente na decisão. Já no digital, o que atrai é a comodidade — comprar a qualquer hora, de onde estiver, com poucos cliques.

Por outro lado, a ausência do fator “tocar e ver” pode gerar insegurança em alguns clientes. Cada modelo oferece uma vivência diferente. O segredo está em entender o perfil do público e ajustar a abordagem para tornar a jornada de compra mais fluida e agradável.

Custos operacionais

Manter uma estrutura física envolve aluguel, contas fixas, equipe presencial e outros custos que pesam no orçamento. Esses gastos são constantes, mesmo em períodos de baixa nas vendas. Já no ambiente digital, embora existam investimentos em tecnologia, marketing e logística, a operação tende a ser mais enxuta.

Isso permite ajustar os gastos conforme o volume de vendas. No entanto, o custo menor não significa menos esforço. A gestão online exige atenção contínua com desempenho, usabilidade e atendimento. Cada formato tem seus compromissos financeiros, e entender esse equilíbrio ajuda a planejar melhor o caixa.

Modelos híbridos

Algumas empresas têm apostado na combinação entre o espaço físico e os canais digitais para expandir o alcance e diversificar as formas de atendimento. Um cliente pode visitar a loja, conhecer o produto e finalizar a compra pelo site, ou o contrário.

Essa estratégia aproveita o melhor dos dois mundos: a confiança do presencial com a praticidade do online. Grandes redes de varejo e até pequenos negócios têm adotado essa abordagem para atender diferentes perfis de consumidores. A integração entre os canais, quando bem feita, pode aumentar a conversão e melhorar a experiência de quem compra.

Quem são os maiores varejistas do Brasil?

No cenário nacional, alguns nomes se destacam pelo tamanho e pela forma como se adaptaram às mudanças do mercado. O Magazine Luiza é um bom exemplo: começou com lojas físicas e evoluiu para um modelo híbrido, com forte presença digital e integração entre os canais.

A Casas Bahia segue um caminho parecido, investindo em tecnologia para unir loja e e-commerce. Já o Mercado Livre atua 100% online e se consolidou como uma das maiores plataformas da América Latina, apostando em logística própria e soluções financeiras. Outras marcas, como Americanas e Amazon, também têm grande presença, cada uma com suas estratégias para alcançar o consumidor final em diferentes formatos.

Como escolher o tipo de varejo mais adequado?

Escolher o modelo de varejo ideal não é só uma questão de preferência. Envolve entender o cenário do negócio, as necessidades do cliente e os recursos disponíveis. Para facilitar esse processo, vale considerar alguns fatores:

  • público-alvo — tudo começa por aqui. É preciso saber quem é seu cliente, como ele costuma comprar e o que valoriza na experiência de compra. Se o público busca conveniência, o digital pode ser mais interessante. Se valoriza contato humano e atendimento próximo, o presencial pode funcionar melhor;
  • tipo de produto — nem todo item é simples de vender online. Produtos que exigem teste, como roupas ou móveis, podem se sair melhor em lojas físicas. Já itens de reposição rápida ou menor valor costumam ter ótima aceitação no e-commerce;
  • localização do negócio — o ponto onde a loja está, ou estaria, influencia bastante. Regiões com alto fluxo podem favorecer o modelo físico. Em áreas com pouca movimentação, investir no digital pode ser mais vantajoso;
  • orçamento disponível — estrutura física pede mais investimento inicial, com aluguel, equipe e manutenção. Já o online tem custos mais variáveis, mas exige investimento contínuo em tecnologia, divulgação e logística.

Varejo omnichannel: vantagens e desafios

Quando o cliente pode começar a compra no site, tirar dúvidas pelo WhatsApp e retirar o pedido na loja física, estamos falando de um modelo que integra tudo isso numa mesma experiência: o varejo omnichannel.

Nesse formato, os canais deixam de funcionar separadamente e passam a conversar entre si, criando uma jornada de compra contínua, fluida e adaptada ao comportamento do consumidor atual.

Entre as principais vantagens, está a possibilidade de oferecer um atendimento mais completo. O cliente escolhe por onde quer ser atendido e pode transitar entre os canais com facilidade. Isso aumenta a satisfação e reforça a confiança na marca. Outro ponto positivo é o impacto nas vendas. Ao facilitar o processo e ampliar os pontos de contato, há mais chances de elevar o ticket médio. Além disso, consumidores que circulam por diferentes canais tendem a comprar mais vezes e por mais tempo, o que fortalece a fidelização.

Por outro lado, esse modelo também exige atenção redobrada com a operação. Integrar estoques, controlar pedidos e manter uma comunicação alinhada entre todos os canais pode ser desafiador. É preciso investir em tecnologia para garantir que tudo funcione em tempo real.

Outro ponto delicado é a gestão: manter a mesma qualidade de atendimento em plataformas diferentes demanda uma equipe bem treinada e processos bem definidos. Mesmo com esses desafios, o omnichannel tem se mostrado um caminho sólido para quem busca crescer de forma estruturada e centrada no cliente.

Perguntas frequentes sobre tipos de varejo

Abaixo, confira as principais dúvidas sobre o assunto!

Qual o tipo de varejo mais lucrativo?

Não existe um modelo único mais lucrativo. Tudo depende do público, do tipo de produto e da forma como o negócio é gerido. Varejo online tende a ter custos operacionais mais baixos, enquanto o físico pode gerar mais valor com atendimento personalizado. O lucro vem da boa gestão, não só do formato.

Como começar um varejo online?

O primeiro passo é escolher a plataforma de vendas: pode ser um e-commerce próprio, um marketplace ou até redes sociais com função de loja. Depois, é importante definir os produtos, estruturar a logística e investir em divulgação.

O que é necessário para abrir uma loja física?

É preciso escolher um ponto comercial estratégico, regularizar o negócio com CNPJ e alvarás, montar a estrutura do espaço e contratar equipe, se necessário. Também é importante ter controle de estoque e um bom sistema de vendas para garantir organização desde o início.

Qual a diferença entre varejo de nicho e convencional?

O nichado foca em um público específico, com produtos direcionados para atender interesses bem definidos. Já o varejo convencional trabalha com itens mais gerais, buscando atingir um público mais amplo. A escolha entre um ou outro depende do posicionamento e dos objetivos do negócio.

Como a Bagy pode ajudar seu varejo a ser omnichannel?

Conectar todos os pontos do negócio, da loja física ao atendimento digital, exige uma estrutura que facilite o controle sem complicar a rotina. A Bagy oferece exatamente esse tipo de solução, reunindo os recursos necessários para transformar a operação em um modelo realmente integrado.

Com a plataforma, é possível montar uma loja virtual completa e personalizada, que conversa com redes sociais, marketplaces e sistemas de gestão. Isso permite acompanhar pedidos, atualizar o estoque em tempo real e manter todas as vendas organizadas, independentemente do canal por onde entram.

Outro ponto forte está nas ferramentas de marketing disponíveis. Dá para criar cupons, usar links de pagamento, fazer campanhas e atender pelo WhatsApp, tudo gerenciado em um único painel. Dessa forma, o lojista ganha autonomia para impulsionar as vendas e manter um relacionamento mais próximo com os clientes mesmo nos canais digitais.

A Bagy também se destaca por oferecer um suporte próximo, com atendimento humano, que orienta cada passo da operação. Isso facilita a adaptação e ajuda a explorar novas possibilidades com mais confiança.

Quando loja física e digital caminham juntas, a experiência de compra se torna mais fluida. E, com as ferramentas certas, o dia a dia do varejo ganha organização, clareza e mais controle sobre cada etapa da jornada do cliente.

Escolher entre os diferentes tipos de varejo vai muito além de seguir uma tendência ou copiar o que outros estão fazendo. É uma decisão que precisa refletir o jeito do seu negócio, a forma como você quer se conectar com o cliente e os caminhos que deseja seguir nos próximos anos. Quando há clareza sobre isso, tudo ao redor se alinha com mais facilidade, das estratégias de venda às decisões do dia a dia.

Se você já entendeu que precisa de uma estrutura mais integrada e flexível para vender melhor, esse é o momento ideal para dar o próximo passo.

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Por Marina Correa

Graduanda em Letras pela UFMG, atua como Analista de Conteúdo na Bagy. Com uma experiência de mais de 2 anos no mercado digital, possui vasto conhecimento sobre empreendedorismo e vendas online. Hoje se dedica a trazer conteúdos de valor para lojistas que desejam aprender mais sobre o universo do e-commerce.

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