E-commerce

20 melhores plataformas de e-commerce: comparação de recursos e preços

Por Marina Correa

16 segundos atrás
Mulher analisando as opções de plataformas de e-commerce
Uma plataforma de e-commerce é o sistema que permite criar e gerenciar uma loja virtual, reunindo funções essenciais como cadastro de produtos, controle de estoque, meios de pagamento, frete e gestão de pedidos. É por meio dela que o lojista organiza a operação, acompanha vendas e constrói a experiência do cliente, sendo a base para vender online de forma estruturada e escalável.

Escolher uma plataforma de e-commerce vai além de uma simples decisão técnica.

Esse é o tipo de decisão que pode interferir diretamente na rotina do negócios, nos seus custos e, até mesmo, no modo que o cliente percebe a sua marca.

Nos últimos anos, a variedade de plataformas aumentou, o que é bom (pelo menos, em um primeiro momento), pois quanto mais alternativas o empreendedor tiver maior são as chances de escolher uma ferramenta que efetivamente atende a todas as suas necessidades.

Porém, é muito fácil se perder diante de tantas opções diferentes.

Foi pensando nisso que nós resolvemos preparar este guia. Nele vamos mostrar quais são as melhores plataformas de e-commerce em 2026 e o que você deve avaliar para escolher uma específica para o seu negócio.

Continue lendo!

O que é uma plataforma de e-commerce?

Uma plataforma de e-commerce é um software que permite criar, gerenciar e operar uma loja virtual de forma estruturada.

Ela reúne recursos fundamentais como cadastro de produtos, controle de estoque, meios de pagamento e integrações com ferramentas de marketing, sendo indispensável para quem deseja consolidar a presença digital e fortalecer o posicionamento da marca online.

Sem essa base tecnológica, a loja pode até existir visualmente, mas encontra dificuldades para vender de maneira organizada e escalável.

Por isso, as plataformas de loja virtual funcionam como o verdadeiro centro de controle do negócio.

É por meio do painel da plataforma que o lojista acompanha pedidos, ajusta preços, organiza o estoque, cria promoções e gerencia grande parte da rotina operacional.

Esses fatores impactam diretamente a experiência do cliente, desde a navegação no site até o pagamento e o pós-venda.

Qual a melhor plataforma de e-commerce em 2026?

Responder a essa pergunta exige mais do que apontar a plataforma mais conhecida ou a que tem mais recursos.

A melhor plataforma de e-commerce em 2026 é aquela que se encaixa no momento do negócio, resolve os problemas reais da operação e permite crescer sem criar dores no caminho.

Algumas plataformas funcionam melhor para quem está começando agora, outras fazem mais sentido para operações já estruturadas ou em fase de expansão.

Com esses critérios em mente, vamos analisar as principais e entender onde cada uma se encaixa.

Tabela comparativa das principais plataformas de e-commerce: preços e recursos

PlataformaPreçoFuncionalidades principais
BagyA partir de R$ 19/mês até R$ 299/mês (Prime: sob consulta)Painel intuitivo e fácil de usar, recursos nativos de pagamentos e frete, gestão de produtos e pedidos, além de integrações com redes sociais, marketplaces e soluções de dropshipping; suporte em português por chat, e-mail e WhatsApp, além de treinamentos em vídeo.
TrayA partir de R$ 19/mês até R$ 399/mêsGestão completa, integrações com marketplaces, recursos de marketing, relatórios, estrutura para evolução.
ShopifyA partir de US$ 14 até US$ 2.300/mêsPlataforma SaaS robusta, apps, temas, checkout, integrações e recursos para escala global.
WooCommerceA partir de R$ 132 até R$ 233/mêsAlta personalização, depende de WordPress, grande ecossistema de plugins, exige mais gestão técnica.
NuvemshopPossibilidade de plano gratuito (com limitações consideráveis) e planos pagos a partir de R$ 59 até R$ 449/mês (planos variam)Fácil de começar, templates, recursos de venda/marketing, bom para PMEs e social commerce.
VTEXPreço sob consultaPlataforma corporativa, omnichannel, marketplace, alta performance, projetos complexos.
Magento (Adobe Commerce)A partir de R$ 99 até R$ 599/mêsForte para customização, projetos grandes, grande flexibilidade, demanda time técnico.
BigCommercePreço sob consultaSaaS para escala, recursos nativos, integrações, bom para operações médias/grandes.
OpenCartA partir de: R$ 0 até: variável (hospedagem/extensões)Open source, modular, depende de configuração e manutenção por conta do lojista/time.
PrestaShopA partir de: R$ 0 (software) até: variável (infra/serviços/add-ons)Open source, popular na Europa, boa flexibilidade, exige cuidado com hospedagem e módulos.
WixA partir de R$ 15/mês até 340/mês (varia por região e cobrança)Site + e-commerce com editor visual, apps, bom para quem quer rapidez e design.
Loja IntegradaPossibilidade de plano gratuito (com limitações consideráveis) e planos pagos a partir de R$ 43 e R$ 1.599 ao mêsForte para PMEs, ecossistema de apps/temas, recursos por plano, foco em evolução gradual.
EcwidEntre US$ 0 e ~US$ 99/mês (varia por país; reajustes anunciados para 2026)“Loja dentro do site”, integração com sites existentes, planos por recursos, bom para adicionar e-commerce.
Olist ShopsPreço sob consulta / varia por ofertaOperação simplificada para vender online, com ecossistema Olist (varia por solução).
Jet CommercePreço sob consultaHub/integração forte com marketplaces, automações de catálogo/pedidos, foco em operação multicanal.
Oracle CommercePreço sob consultaSuite corporativa, integração com stack Oracle, foco enterprise e projetos complexos.
Salesforce Commerce CloudPreço sob consultaPlataforma enterprise, personalização, ecossistema Salesforce, forte para grandes operações.
IrrobaA partir de R$ 120/mês até R$ 499/mêsIntegração a múltiplos canais de venda em todos os planos, recursos para gestão, opção de dropshipping e suporte via telefone e e-mail.
Wake CommercePreço sob consultaPlataforma para operações maiores, omnichannel e integrações, projeto mais “enterprise”.
YampiA partir R$ 0 até R$ 497/mês (Business: sob consulta)Checkout forte, planos com taxas por pedido, boa para performance e operação direta ao consumidor.

1. Bagy

A Bagy é uma plataforma de e-commerce que integra o ecossistema da LWSA, o maior grupo de tecnologia voltado para e-commerce do Brasil.

Esse ponto a coloca em uma posição distinta no comparativo, já que operar dentro de um grupo desse porte significa acesso a investimento contínuo em tecnologia, segurança, estabilidade e evolução de produto no longo prazo.

Em termos práticos, a Bagy se destaca como uma plataforma de e-commerce completa, servindo tanto para quem está iniciando o seu negócio ou deseja profissionalizar uma operação ainda em fase de estruturação.

Quando comparada a plataformas mais robustas e técnicas, o principal diferencial da Bagy está na facilidade de uso.

O painel é simples, com configurações guiadas e uma lógica de navegação pensada para quem não domina termos técnicos ou integrações avançadas.

Isso reduz o tempo entre a decisão de criar a loja e o início das vendas, algo relevante para quem precisa colocar o negócio no ar rapidamente.

Em relação a plataformas mais simples, a Bagy se destaca por oferecer um conjunto de recursos fundamentais já integrados, evitando que o lojista dependa de múltiplas ferramentas externas desde o começo.

Meios de pagamento, opções de frete, gestão de produtos e pedidos e integração com marketplaces fazem parte da estrutura da plataforma, o que facilita o controle operacional e a previsibilidade de custos.

Em vez de gastar tempo tentando entender integrações complexas ou resolvendo problemas técnicos, o foco fica na venda, no atendimento ao cliente e na construção da marca.

Principais prós da Bagy:

  • Interface simples e intuitiva, ideal para iniciantes;
  • Sem limitação de produtos, visitas e vendas​​;
  • Recursos essenciais já integrados à plataforma (pagamentos e frete, gestão de produtos e pedidos);
  • Integração com redes sociais e os principais marketplaces (Amazon, Shopee, Shein e muitos outros) ;
  • Menor dependência de soluções externas;
  • Suporte considerados o melhor do Brasil e materiais de apoio para o lojista;
Carla Oliveira

“Montei meu site sozinha, a plataforma é fácil, tem uma equipe de suporte maravilhosa, não tem como não dar certo um site na Bagy ”

Carla Oliveira, Dona da Vinho Logue

Tire sua ideia do papel e construa sua loja virtual com a Bagy!

2. Tray

A Tray é uma plataforma de e-commerce também pertencente ao grupo LWSA, no Brasil muito conhecida por atender negócios que já passaram da fase inicial e precisam de mais controle, personalização e capacidade de crescimento.

O foco da solução está em oferecer uma estrutura mais robusta, pensada para operações que exigem gestão detalhada, múltiplas integrações e maior liberdade para adaptar a loja às estratégias do negócio.

Um dos pontos fortes da Tray é a profundidade dos recursos de gestão.

A plataforma permite organizar produtos, pedidos, clientes e promoções de forma mais avançada. Esse nível de controle ajuda o lojista a tomar decisões mais embasadas no dia a dia.

A flexibilidade também se destaca por aqui. A Tray oferece opções amplas de personalização de layout, integrações com diferentes meios de pagamento, soluções logísticas e ferramentas de marketing.

Esse ecossistema mais aberto favorece negócios que precisam adaptar a operação a processos próprios, integrar sistemas externos ou estruturar estratégias multicanal com mais profundidade.

Assim, a Tray se posiciona como uma solução indicada para operações em expansão, que já entendem suas necessidades e buscam uma plataforma capaz de acompanhar esse ritmo.

A escolha tende a ser acertada quando o objetivo é crescer com estrutura, mantendo controle e flexibilidade ao longo do caminho.

3. Shopify

A Shopify é uma plataforma SaaS bastante consolidada no mercado global e costuma atrair empreendedores pela promessa de simplicidade e estabilidade.

A loja pode ser criada rapidamente, a infraestrutura técnica fica sob responsabilidade da plataforma e o lojista não precisa se preocupar com servidor, segurança ou atualizações.

No dia a dia, a Shopify funciona bem para operações que aceitam um modelo mais padronizado.

A navegação, o checkout e a gestão básica são estáveis e previsíveis.

O ecossistema de aplicativos permite adicionar funcionalidades conforme a necessidade, o que ajuda a adaptar a loja sem grandes desenvolvimentos iniciais.

O ponto de atenção aparece quando a operação cresce.

Muitos recursos considerados básicos dependem de apps pagos, o que faz o custo mensal aumentar aos poucos.

Além disso, taxas associadas a meios de pagamento e determinadas integrações podem impactar a margem do negócio sem que isso fique claro logo no início.

Outro fator importante é a limitação de personalização em processos mais específicos.

Quando o negócio passa a exigir regras próprias de preço, promoções complexas ou fluxos fora do padrão, a plataforma pode se tornar engessada.

Nesses casos, o lojista precisa se adaptar à ferramenta, e não o contrário.

Portanto, a Shopify costuma funcionar melhor para quem prioriza velocidade, estabilidade e vendas padronizadas, inclusive no mercado internacional.

Para negócios que aceitam crescer dentro desse modelo e conseguem absorver o custo crescente, a plataforma pode ser uma boa escolha no médio prazo.

4. WooCommerce

O WooCommerce segue uma lógica completamente diferente das plataformas SaaS.

Ele funciona como um plugin do WordPress e oferece liberdade quase total para personalizar a loja.

Isso atrai negócios que precisam adaptar layout, funcionalidades e integrações com maior profundidade, sem depender de limitações impostas pela plataforma.

Essa flexibilidade permite construir experiências muito específicas, integrando o e-commerce a sites institucionais, blogs e outros sistemas.

Para projetos que exigem identidade visual forte ou funcionalidades sob medida, o WooCommerce pode atender muito bem. Por outro lado, essa liberdade exige responsabilidade técnica.

Hospedagem, segurança, desempenho e atualizações passam a ser parte da rotina do negócio. Sem acompanhamento técnico, problemas simples podem gerar instabilidade, lentidão ou até falhas de segurança.

Questões como o custo indireto devem ser analisados com atenção.

Embora o WooCommerce seja gratuito, plugins pagos, servidores melhores e suporte técnico acabam fazendo parte do orçamento.

Esses gastos não aparecem claramente no início, mas se tornam inevitáveis conforme a loja cresce.

Assim, o WooCommerce costuma fazer sentido para negócios que já têm clareza do que precisam, contam com suporte técnico confiável e valorizam controle total da operação.

Para quem está procurando uma plataforma de e-commerce para iniciantes, pretende começar sozinho ou busca simplicidade no princípio, ela tende a gerar mais esforço do que benefício.

5. Nuvemshop

A Nuvemshop é bastante popular no Brasil e na América Latina, especialmente entre pequenos empreendedores.

A proposta é facilitar a entrada no e-commerce, oferecendo recursos prontos, interface simples e um processo de criação de loja rápido e intuitivo.

No início da operação, a plataforma atende bem às necessidades básicas. Cadastro de produtos, meios de pagamento, frete e gestão de pedidos funcionam de forma organizada, sem exigir conhecimento técnico.

Isso ajuda quem está validando produtos ou começando a vender online. Com o tempo, algumas limitações começam a aparecer.

A personalização da loja é mais restrita, e certas funcionalidades dependem de integrações externas.

À medida que o negócio cresce, o lojista pode sentir falta de maior controle sobre processos e regras mais específicas.

Embora seja possível crescer dentro da plataforma, negócios que passam a operar com estratégias mais complexas ou múltiplos canais podem encontrar barreiras operacionais no médio prazo.

A Nuvemshop costuma funcionar bem como ponto de partida para quem quer começar rápido e com baixo nível de complexidade.

Para negócios que já têm planos claros de crescimento mais estruturado, vale avaliar desde cedo se a plataforma acompanhará esse ritmo.

6. VTEX

A VTEX é uma plataforma pensada para operações grandes e maduras.

Seu foco está em negócios que lidam com alto volume de vendas, múltiplos canais e estruturas complexas de catálogo, logística e integração. Não se trata de uma solução voltada para iniciantes.

A plataforma oferece recursos avançados para omnichannel, marketplace próprio e integração com diversos sistemas corporativos.

Isso permite centralizar operações complexas em uma única base tecnológica, algo essencial para empresas de maior porte.

Esse nível de robustez vem acompanhado de complexidade. A implementação exige planejamento, parceiros especializados e investimento significativo.

A curva de aprendizado é maior e o tempo até a operação plena tende a ser mais longo.

A VTEX faz sentido quando a empresa já possui estrutura, equipe e necessidade real de escala e governança.

Fora desse contexto, costuma gerar mais dificuldade do que resultado.

7. Magento (Adobe Commerce)

O Magento, atualmente conhecido como Adobe Commerce, é uma plataforma open source reconhecida pela robustez e pela capacidade de personalização extrema. Ela permite criar operações altamente adaptadas a regras específicas de negócio, catálogo e precificação.

Essa flexibilidade atrai empresas que precisam integrar o e-commerce a sistemas complexos, como ERPs e CRMs avançados.

O controle sobre a estrutura é grande, o que abre espaço para soluções sob medida.

Em contrapartida, a exigência técnica é alta. O Magento demanda equipe especializada, manutenção constante e investimento contínuo em desenvolvimento.

Sem isso, a operação pode se tornar instável ou difícil de evoluir.

Portanto, a plataforma costuma ser indicado para empresas grandes ou em forte expansão, que precisam de flexibilidade total e têm estrutura para sustentar essa complexidade.

Para pequenos negócios, geralmente é mais pesado do que necessário.

8. BigCommerce

A BigCommerce é uma plataforma SaaS que costuma aparecer como alternativa à Shopify, principalmente para negócios que buscam mais recursos nativos e menos dependência de aplicativos externos.

A proposta é oferecer uma base mais completa desde o início, com foco em escalabilidade e estabilidade.

No uso prático, ela  atende bem operações que já têm certo volume de vendas ou que planejam crescer rapidamente.

Recursos como gestão avançada de catálogo, múltiplas moedas e vendas internacionais fazem parte da estrutura padrão, o que reduz a necessidade de complementos pagos logo no começo.

A BigCommerce faz mais sentido para negócios que já operam ou pretendem operar em escala maior, especialmente com foco internacional.

Para quem está começando pequeno no mercado brasileiro, pode ser mais complexa do que o necessário.

9. OpenCart

O OpenCart é uma plataforma open source conhecida pela leveza e simplicidade técnica quando comparada a outras soluções do mesmo tipo.

Ela permite criar lojas funcionais com certa liberdade de personalização, sem exigir estruturas tão pesadas quanto Magento, por exemplo.

A plataforma oferece um painel relativamente simples e uma base funcional para cadastro de produtos, gestão de pedidos e integrações básicas.

Isso atrai lojistas que querem fugir de soluções SaaS, mas não precisam de um projeto altamente customizado.

O ponto de atenção está na escalabilidade e no ecossistema. Muitas funcionalidades dependem de extensões de terceiros, nem sempre bem atualizadas ou com suporte confiável.

Conforme a operação cresce, isso pode gerar limitações e retrabalho. Outro fator relevante é a dependência técnica.

Apesar de ser mais simples que outras soluções open source, o OpenCart ainda exige conhecimentos técnicos para manutenção, segurança e ajustes mais avançados.

10. PrestaShop

O PrestaShop é uma plataforma open source bastante utilizada na Europa e presente no Brasil em projetos mais específicos.

Ela oferece boa flexibilidade de personalização e uma base sólida para lojas virtuais de médio porte.

A plataforma permite adaptar layout, regras de negócio e integrações com profundidade. Isso atrai empresas que querem fugir de soluções fechadas, mas ainda assim trabalhar com uma estrutura já consolidada.

Nesse sentido, ela é mais interessante para negócios que já têm alguma maturidade, contam com suporte técnico e precisam de flexibilidade maior do que plataformas SaaS costumam oferecer.

11. Wix

O Wix começou como construtor de sites e evoluiu para oferecer recursos de e-commerce integrados.

A proposta é facilitar ao máximo a criação da loja, com foco visual e configuração rápida.

Para negócios muito pequenos ou que estão dando os primeiros passos, a plataforma pode resolver bem a necessidade inicial. Mas, as limitações aparecem conforme a operação cresce.

Recursos de gestão, integrações logísticas e personalizações mais avançadas são restritos. Isso dificulta a evolução da loja sem troca de plataforma.

Além disso, é importante ter em mente que a plataforma prioriza design e presença digital, não necessariamente operação de e-commerce em escala.

Por isso, o Wix costuma funcionar melhor como solução inicial ou complementar. Para quem já pensa em crescimento estruturado, a plataforma tende a se tornar um limitador.

12. Loja Integrada

A Loja Integrada é bastante conhecida no Brasil, principalmente pelo plano gratuito que facilita o primeiro contato com o e-commerce.

A plataforma oferece recursos básicos para cadastro de produtos, pagamentos e frete.

No início, atende bem quem quer testar a venda online sem investir muito. A interface é simples e o processo de criação da loja não exige conhecimento técnico.

Com o crescimento da operação, surgem limitações claras. Recursos mais avançados exigem migração para planos pagos e, ainda assim, a plataforma pode não acompanhar estratégias mais complexas.

A escalabilidade também é um ponto que merece atenção. Isso porque, para operações maiores, o controle e a flexibilidade acabam ficando abaixo do necessário.

Então, a plataforma Loja Integrada costuma ser indicada como primeiro passo. Para quem já planeja crescimento estruturado, vale avaliar alternativas desde cedo.

13. Ecwid

A Ecwid é uma plataforma que segue uma lógica diferente das soluções tradicionais de e-commerce.

Em vez de ser pensada exclusivamente como uma loja virtual completa, ela funciona como um sistema de e-commerce que pode ser integrado a sites já existentes, blogs ou até redes sociais.

Essa proposta atrai negócios que já possuem presença digital e querem adicionar a venda online sem reconstruir tudo do zero.

No uso prático, a Ecwid facilita bastante a entrada no e-commerce para quem já tem um site institucional ou um público consolidado. As limitações aparecem quando a operação começa a ganhar volume e complexidade.

A plataforma não foi pensada para gestão avançada de catálogo, estratégias complexas de promoção ou operações multicanal mais estruturadas. O foco está em complementar, não em centralizar toda a operação.

Embora seja possível crescer até certo ponto, a Ecwid tende a se tornar limitada para negócios que passam a depender fortemente do e-commerce como principal canal de vendas. Nesse cenário, a troca de plataforma costuma ser inevitável.

Portanto, quem pretende construir um e-commerce como base principal do negócio, outras plataformas costumam oferecer mais controle e liberdade no médio prazo.

14. Olist Shops

O Olist Shops surgiu como uma alternativa para lojistas que já vendem ou pretendem vender em marketplaces e desejam centralizar a gestão em uma estrutura mais simples.

A proposta é integrar loja própria e marketplaces em um único ambiente.

No dia a dia, a plataforma facilita a entrada no e-commerce para quem já tem familiaridade com vendas em canais como Mercado Livre, por exemplo.

Além disso, a gestão unificada reduz retrabalho e ajuda a organizar pedidos e estoque.

As limitações aparecem quando o lojista busca maior controle sobre marca, experiência do cliente e estratégias próprias de marketing.

A loja virtual acaba funcionando mais como extensão do marketplace do que como um canal independente.

Além disso, as regras, integrações e evolução da plataforma seguem a estratégia da empresa, o que reduz a autonomia do lojista.

Por isso que a Olist Shops funciona melhor como solução complementar ou etapa intermediária.

15. Jet Commerce

A Jet Commerce é uma plataforma voltada para médias e grandes operações no Brasil, com foco em projetos mais personalizados.

Seu diferencial está na capacidade de adaptação a processos específicos do negócio.

Ela permite criar soluções sob medida, integrando e-commerce a sistemas internos, logística complexa e estratégias omnichannel. Isso atende bem empresas que já operam em escala.

O custo e a complexidade são fatores determinantes, uma vez que a implementação exige planejamento, investimento e envolvimento técnico, o que a torna inadequada para iniciantes.

O tempo do projeto também é um fator que deve ser considerado. Diferentemente de plataformas prontas, a Jet costuma exigir fases mais longas de implantação e ajustes.

Sendo assim, ela faz sentido quando a operação já demanda personalização profunda e controle avançado. Fora desse contexto, tende a ser mais complexa do que necessário.

16. Oracle Commerce

O Oracle Commerce é uma solução corporativa voltada para grandes empresas.

Seu foco está em operações complexas, com alto volume de vendas, integração profunda com sistemas internos e necessidade de governança tecnológica.

A plataforma oferece recursos avançados de personalização, automação e análise de dados, permitindo controlar jornadas de compra complexas e múltiplos canais. Isso atende bem empresas que já possuem processos bem definidos e equipes especializadas.

O custo e a complexidade são fatores determinantes nessa plataforma.

A implementação exige planejamento, parceiros especializados e investimento elevado.

Não se trata de uma ferramenta para testes ou validação de modelo de negócio. Logo, ela só faz sentido quando o e-commerce é parte de uma estrutura corporativa maior e mais robusta.

17. Salesforce Commerce Cloud

O Salesforce Commerce Cloud é uma plataforma voltada para empresas que já operam em escala e precisam integrar o e-commerce a estratégias avançadas de marketing, CRM e dados.

Seu diferencial está na conexão com o ecossistema Salesforce.

A plataforma permite personalizar experiências de compra com base em dados do cliente, histórico de comportamento e estratégias omnichannel.

Isso é especialmente valioso para marcas grandes que trabalham fortemente relacionamento e fidelização.

Assim como outras soluções corporativas, o custo é elevado e a implementação exige parceiros certificados.

.A curva de aprendizado é longa e o projeto demanda maturidade operacional e tecnológica.

O Salesforce Commerce Cloud é indicado para empresas grandes, com estratégia digital avançada e foco em experiência personalizada. Para negócios menores, costuma ser uma solução excessiva.

18. Irroba

A Irroba é uma plataforma de e-commerce brasileira voltada para lojistas que buscam vender em múltiplos canais desde o início da operação, sem precisar contratar módulos adicionais para isso.

Um dos principais diferenciais da plataforma é a integração com diferentes canais de venda em todos os planos, o que facilita a gestão centralizada de pedidos, produtos e estoque.

A Irroba também oferece opção de dropshipping, atendendo quem deseja trabalhar com modelos de venda sem estoque próprio.

A plataforma conta com recursos para cadastro de produtos, gestão de pedidos e acompanhamento da operação, além de suporte via telefone e e-mail, o que pode ser um ponto positivo para lojistas que preferem atendimento mais tradicional.

19. Wake Commerce

A Wake Commerce é uma plataforma brasileira voltada para empresas que buscam escalar com estrutura, dados e integração entre canais.

O foco está em operações mais maduras, com necessidade de personalização e governança.

A plataforma oferece recursos avançados para gestão de catálogo, promoções e integrações, atendendo bem operações multicanal. Isso permite maior controle sobre estratégias de venda e experiência do cliente.

Assim como outras soluções enterprise, a curva de aprendizado é maior e o custo acompanha esse nível de robustez.

Não é uma solução pensada para testes ou validação inicial.

20. Yampi

A Yampi é uma plataforma brasileira que ganhou espaço principalmente entre negócios digitais e vendas diretas ao consumidor.

A proposta é oferecer rapidez de implantação, foco em conversão e integração com ferramentas de marketing.

Para quem trabalha com infoprodutos, dropshipping ou vendas de ticket médio menor, a plataforma costuma entregar bons resultados no início.

O processo de criação da loja é simples e o painel prioriza agilidade.

Com o crescimento da operação, algumas limitações podem surgir, especialmente em controle mais avançado de catálogo, logística e personalização de processos.

A plataforma foi pensada para velocidade, não para operações complexas.

Ela funciona bem quando a estratégia é vender rápido, testar ofertas e escalar campanhas.

Para negócios que exigem estrutura mais robusta, pode ser necessário migrar no médio prazo.

Veja também: Qual plataforma escolher entre Bagy ou Tray?

Quais são os tipos de plataformas de e-commerce?

Antes de comparar plataformas específicas, é essencial entender os modelos de tecnologia por trás delas.

Muitas escolhas equivocadas acontecem porque o empreendedor compara ferramentas diferentes como se fossem iguais, quando, na prática, elas partem de lógicas opostas de custo, responsabilidade técnica e escalabilidade.

De forma geral, as plataformas de e-commerce se dividem em três modelos principais: SaaS, Open Source e Enterprise.

Cada um atende perfis e estágios distintos de negócio.

O que são plataformas SaaS?

As plataformas SaaS (Software as a Service) funcionam como um serviço pronto para uso.

O lojista paga uma mensalidade e utiliza a plataforma sem precisar se preocupar com a parte técnica da operação.

Nesse modelo, a empresa responsável pela plataforma cuida de toda a infraestrutura, como hospedagem, segurança, atualizações, estabilidade do sistema e suporte.

O papel do lojista é focar na gestão da loja, nas vendas e no relacionamento com o cliente.

Plataformas SaaS costumam ser mais indicadas para quem busca rapidez para começar, previsibilidade de custos e menor dependência técnica.

A personalização existe, mas acontece dentro dos limites definidos pela própria plataforma.

Exemplos de plataformas SaaS:

  • Bagy;
  • Tray;
  • Shopify;

Esse modelo costuma funcionar melhor para pequenos e médios lojistas, operações em validação ou negócios que querem crescer com mais controle operacional e menos complexidade técnica.

O que são plataformas Open Source?

As plataformas Open Source seguem uma lógica diferente. Nesse modelo, o sistema tem o código aberto, o que permite alterações profundas na estrutura da loja virtual.

Aqui, a liberdade de personalização é maior, mas a responsabilidade técnica também.

O lojista (ou sua equipe) precisa cuidar de hospedagem, segurança, atualizações, performance e possíveis falhas do sistema. Isso geralmente exige desenvolvedores, servidores dedicados e um orçamento mais robusto.

Plataformas Open Source costumam fazer mais sentido para negócios que já têm operações maduras, necessidades específicas e capacidade de investir em tecnologia própria.

Exemplos de plataformas Open Source:

  • WooCommerce
  • Magento
  • PrestaShop

Esse modelo oferece mais controle e flexibilidade, mas também traz mais risco operacional e custos menos previsíveis ao longo do tempo.

O que são plataformas Enterprise?

As plataformas Enterprise são soluções voltadas para grandes operações, também conhecidas no mercado como plataformas corporativas ou de nível empresarial.

Elas não são pensadas para uso massivo por pequenos lojistas, mas para empresas que exigem alto grau de personalização, integrações complexas e grande volume de transações.

Nesse modelo, a implementação costuma ser mais longa, os custos são elevados e a operação depende de times técnicos especializados.

Em muitos casos, essas plataformas funcionam como a base tecnológica de ecossistemas completos de venda, marketplace e omnichannel.

Plataformas Enterprise costumam oferecer maior flexibilidade arquitetural, mas exigem maturidade operacional e orçamento compatível.

Exemplos de plataformas Enterprise:

  • VTEX;
  • Salesforce Commerce Cloud;
  • Oracle Commerce;

SaaS, Open Source ou Enterprise: Qual modelo escolher?

Escolher o modelo de plataforma de e-commerce não é uma decisão técnica isolada.

É, na prática, uma decisão estratégica, que impacta custos, velocidade de crescimento, nível de complexidade operacional e até a sustentabilidade do negócio no médio prazo.

O erro mais comum é escolher com base apenas em preço, fama da plataforma ou indicação pontual, sem avaliar se o modelo tecnológico acompanha o momento atual da operação.

Para facilitar essa escolha, vale responder a três perguntas-chave antes de decidir:

1. Em que estágio o negócio está hoje?
Se a operação ainda está no início, validando produtos, canais e público, plataformas mais simples e prontas reduzem risco e aceleram aprendizado. Já negócios em expansão ou consolidados podem exigir mais controle e personalização.

2. Qual é a capacidade técnica disponível?
Se o negócio não conta com desenvolvedores ou uma equipe técnica dedicada, modelos que exigem manutenção constante tendem a virar gargalo. Nesse cenário, plataformas que assumem a parte técnica permitem foco total na venda e no crescimento.

3. Qual o ritmo de crescimento esperado?
Negócios que pretendem crescer de forma gradual precisam de soluções que acompanhem essa evolução sem forçar migrações precoces. Já operações com alto volume e estruturas complexas podem demandar arquiteturas mais robustas desde o início.

De forma geral, a escolha costuma seguir esta lógica:

  • Plataformas SaaS fazem mais sentido para quem está começando ou quer estruturar a operação com rapidez, previsibilidade de custos e menor dependência técnica. São indicadas para pequenos e médios negócios que priorizam eficiência operacional e velocidade de execução.
  • Plataformas Open Source atendem melhor empresas que já validaram o modelo de negócio, possuem equipe técnica ou parceiros especializados e precisam de alto nível de personalização. Em troca da liberdade, exigem mais investimento e gestão contínua.
  • Plataformas Enterprise são indicadas para grandes operações, com alto volume de pedidos, múltiplos canais, integrações complexas e orçamento compatível. Aqui, a tecnologia deixa de ser apenas suporte e passa a ser parte central da estratégia do negócio.

Mais importante do que escolher a plataforma “mais completa” no papel é optar pelo modelo que resolve os problemas atuais sem criar novos obstáculos no curto prazo.

Uma boa decisão hoje evita retrabalho amanhã, reduz custos invisíveis e garante que a tecnologia acompanhe o crescimento do negócio, em vez de travá-lo.

Como escolher a melhor plataforma de e-commerce?

Após conhecer os tipos disponíveis e as principais opções do mercado, vamos apresentar algumas dicas que, se você seguir, poderá escolher a melhor plataforma de e-commerce para o seu negócio.

Continue dento!

Facilidade de uso e curva de aprendizado

A facilidade de uso define quanto tempo o empreendedor vai gastar aprendendo a ferramenta em vez de vender. Plataformas com painéis confusos, excesso de opções ou termos técnicos dificultam a rotina, principalmente no início.

Uma curva de aprendizado mais suave permite colocar a loja no ar rápido, testar ofertas e ajustar processos sem frustração constante.

Quando a plataforma exige muito conhecimento técnico logo de início, o risco de abandono aumenta.

Para quem está começando, simplicidade não é limitação, é eficiência.

O importante é a ferramenta acompanhar a evolução do negócio sem exigir complexidade desnecessária desde o primeiro dia.

Assista ao vídeo abaixo, veja como funciona o painel da Bagy e descubra como a plataforma simplifica a gestão da loja virtual para quem realmente precisa vender, organizar pedidos e ganhar tempo na operação:

Custo total da plataforma (e não apenas o plano)

O valor mensal anunciado raramente representa o custo real da plataforma.

É preciso considerar taxas sobre vendas, aplicativos pagos, integrações externas, custos com suporte técnico e possíveis upgrades de plano.

Esses gastos aparecem aos poucos e podem comprometer a margem sem que o lojista perceba. Avaliar o custo total ajuda a evitar surpresas no médio prazo.

Uma plataforma aparentemente barata pode se tornar cara conforme a operação cresce, enquanto outra, com mensalidade mais clara, oferece previsibilidade financeira desde o início.

Recursos nativos e dependência de integrações

Recursos nativos reduzem a dependência de soluções externas.

Quanto mais funções fundamentais já vêm integradas à plataforma, menor a chance de problemas de compatibilidade, custos extras e falhas operacionais.

Questões como pagamentos, frete, gestão de pedidos e relatórios básicos precisam funcionar bem sem grandes adaptações.

Sendo assim, plataformas que dependem excessivamente de integrações podem funcionar, mas exigem atenção redobrada.

Cada ferramenta adicional representa mais um ponto de falha, mais um custo e mais necessidade de aprendizado para a equipe.

Suporte, estabilidade e evolução da plataforma

Ter um bom suporte faz toda diferença quando um problema aparece.

Plataformas com atendimento acessível, documentação clara e evolução constante transmitem mais segurança.

Além disso, instabilidades frequentes ou suporte lento impactam diretamente vendas e experiência do cliente.

Também vale observar o ritmo de atualização da plataforma.

Ferramentas que evoluem acompanham mudanças do mercado, meios de pagamento e comportamento do consumidor.

Por outro lado, plataformas estagnadas tendem a virar gargalo com o tempo.

Possibilidade de crescimento e liberdade de decisão

A plataforma escolhida precisa acompanhar o crescimento do negócio sem forçar uma troca precoce.

Isso não significa escolher a mais complexa desde o início, mas sim uma solução que permita evoluir de forma gradual, adicionando recursos conforme a necessidade.

Liberdade de decisão também entra nesse ponto. A plataforma não deve limitar canais de venda, estratégias de marketing ou formatos de operação.

Quanto mais alinhada ela estiver aos planos de médio e longo prazo, menor será o risco de migração no futuro.

Roberta Toledo

“Depois de acompanhar de perto a rotina de dezenas de lojistas em diferentes estágios, fica claro que o maior desafio não é vender, mas manter a operação organizada desde o começo. A Bagy se destaca justamente por isso: ela entrega o que o pequeno e médio empreendedor realmente precisa para começar a vender online com estrutura, sem complexidade técnica e sem criar gargalos que travam o crescimento mais adiante.”

Roberta Toledo, Especialista em E-commerce

Estruture sua loja virtual e venda online com mais organização!

Plataforma de e-commerce vs marketplace: o que é melhor?

A dúvida entre vender por meio de uma plataforma de e-commerce própria ou apostar apenas em marketplaces é comum, principalmente para quem está começando a vender online.

Em muitos casos, essa escolha é tratada como uma decisão de “um ou outro”, quando na prática os dois modelos cumprem papéis diferentes dentro de uma estratégia de vendas mais ampla.

Uma plataforma de e-commerce própria permite que o negócio tenha controle total sobre a marca, a experiência de compra e o relacionamento com o cliente.

O lojista define layout, comunicação, políticas comerciais e estratégias de marketing sem depender das regras de terceiros.

Além disso, os dados dos clientes pertencem ao negócio, o que facilita ações de fidelização, recompra e construção de marca no longo prazo.

Em contrapartida, atrair tráfego e gerar vendas exige investimento contínuo em marketing e estruturação do canal.

Os marketplaces, por outro lado, oferecem acesso imediato a uma base grande de consumidores que já estão prontos para comprar.

Isso reduz a barreira inicial de entrada e facilita as primeiras vendas, especialmente para quem ainda não tem audiência própria. No entanto, esse modelo traz limitações importantes.

A primeira delas são as regras definidas pela própria plataforma e as taxas cobradas por elas.

Assim, sua empresa fica restrita a essas determinações, diferentemente das lojas próprias, que oferecem mais autonomia.

Por isso, em vez de escolher entre plataforma de e-commerce ou marketplace, muitos negócios optam por usar os dois de forma complementar.

Dessa forma, utilizando o marketplace como canais de aquisição e volume, enquanto utiliza a loja para fortalecer a marca.

Quadro comparativo: plataforma de e-commerce x marketplace

CritérioPlataforma de e-commerce própriaMarketplace
Controle da marcaTotal controle sobre layout, comunicação e experiênciaLimitado às regras e padrões da plataforma
Relacionamento com o clienteDados pertencem ao lojista, permitindo fidelização e recompraDados restritos, relacionamento mediado pela plataforma
Custos e taxasCustos previsíveis (plataforma + marketing)Taxas e comissões variáveis por venda
Visibilidade inicialDepende de investimento em tráfegoAlta visibilidade imediata
EscalabilidadeCrescimento mais sustentável no longo prazoEscala rápida, mas com margens pressionadas
Autonomia estratégicaAlta: decisões próprias de preço, promoções e campanhasBaixa: regras, campanhas e políticas definidas pelo marketplace
Risco de dependênciaMenor, pois o canal é próprioMaior, devido a mudanças de regras e algoritmos

Quais são os benefícios de uma plataforma de e-commerce para o seu negócio?

Ter uma plataforma de e-commerce própria muda a forma como o negócio se posiciona e cresce no ambiente digital.

Mais do que abrir um novo canal de vendas, a loja virtual se torna capaz de sustentar suas decisões comerciais, fortalecer a marca e reduzir dependências externas ao longo do tempo.

Veja quais são os benefícios que esse tipo de ferramenta pode trazer para o seu negócio.

Continue lendo!

Controle total da marca e da experiência de compra

Uma plataforma própria permite definir como a marca se apresenta, como o cliente navega pela loja e como acontece cada etapa da compra.

Assim, elementos como layout, comunicação e ofertas ficam sob o controle do negócio.

Essa autonomia ajuda a construir uma identidade mais consistente da empresa e uma experiência alinhada ao posicionamento da marca.

Sabrina Nunes

“Na Bagy consegui colocar toda a gestão da minha operação em minhas mãos, sem depender de agência ou programadores externos.”

Sabrina Nunes, Dona da Francisca Joias

Acesso aos dados e relacionamento com clientes

A loja virtual própria concentra dados valiosos sobre comportamento de compra, histórico de pedidos e preferências dos clientes.

Essas informações permitem criar ações de relacionamento mais eficientes

Além disso, esses elementos também podem ajudar nas estratégias de recompra e campanhas personalizadas.

Com o tempo, o negócio deixa de depender apenas de novas aquisições e passa a trabalhar melhor sua base existente.

Autonomia sobre preços, promoções e estratégias

Uma plataforma de e-commerce oferece liberdade para definir preços, criar campanhas e testar estratégias sem limitações impostas por terceiros.

Dessa forma, o lojista pode ajustar promoções, condições de pagamento e ofertas conforme a realidade do negócio, reagindo mais rápido às mudanças do mercado.

Redução da dependência de terceiros no longo prazo

Concentrar vendas apenas em marketplaces pode aumentar (e muito!) o risco de depender de regras, taxas e políticas que fogem do controle do negócio.

A loja própria reduz essa vulnerabilidade e cria um canal estável, que pode ser fortalecido ao longo do tempo, equilibrando a estratégia de vendas e diminuindo riscos operacionais.

Quais são os erros comuns ao escolher uma plataforma de e-commerce?

Quais são os erros comuns ao escolher uma plataforma de e-commerce?

Na hora de escolher uma plataforma de e-commerce, alguns erros se repetem, principalmente entre quem está começando.

Identificá-los com antecedência ajuda a evitar decisões que parecem vantajosas no início, mas geram limitações, custos extras ou retrabalho no médio prazo.

Veja alguns desses erros:

1. Escolher sem pensar no longo prazo
Decisões tomadas apenas para “resolver agora” costumam gerar limitações futuras. Avaliar não só o presente, mas também os próximos passos do negócio, ajuda a escolher uma plataforma que acompanhe a evolução da operação.

2. Escolher apenas pelo preço do plano
Focar somente no valor mensal costuma ser um erro clássico. Planos mais baratos podem esconder custos com integrações, taxas adicionais, limites operacionais ou funcionalidades essenciais que só aparecem quando a loja começa a crescer.

3. Ignorar o suporte e a estabilidade da plataforma
Suporte técnico e estabilidade fazem diferença justamente nos momentos críticos, como picos de venda, campanhas promocionais ou problemas operacionais. Plataformas sem suporte eficiente podem gerar prejuízos difíceis de recuperar.

4. Subestimar a curva de aprendizado
Plataformas muito complexas para quem está começando tendem a atrasar a operação, gerar frustração e aumentar a dependência de terceiros. Isso consome tempo e energia que deveriam estar focados em vender e estruturar o negócio.

5. Escolher uma solução simples demais para o crescimento planejado
No extremo oposto, optar por uma plataforma limitada pode até funcionar no início, mas se tornar um gargalo quando a operação amadurece. Migrações forçadas costumam ser custosas e impactam vendas e SEO.

6. Não considerar o estágio atual do negócio
Uma plataforma adequada para uma grande operação não necessariamente faz sentido para quem está começando, e vice-versa. Ignorar o momento do negócio leva a escolhas desproporcionais em custo, complexidade ou recursos.

7. Desconsiderar integrações e ecossistema
Plataformas que não se integram bem a meios de pagamento, frete, marketplaces ou redes sociais tendem a gerar retrabalho manual e perda de eficiência ao longo do tempo.

Como criar uma loja virtual do zero usando uma plataforma de e-commerce?

Criar uma loja virtual vai muito além de “colocar um site no ar”. Envolve decisões estratégicas, configuração técnica básica e organização da operação desde o início.

A boa notícia é que, com uma plataforma de e-commerce, esse processo se torna mais acessível e estruturado.

Escolha da plataforma e criação da conta

O primeiro passo é escolher a plataforma de e-commerce mais adequada ao momento do negócio e criar sua conta.

Nesse estágio, vale considerar os fatores citados no texto até aqui, como facilidade de uso, custos, suporte e possibilidade de crescimento.

Após o cadastro, a maioria das plataformas oferece um período de teste ou onboarding guiado, que ajuda o lojista a entender a estrutura inicial da loja antes de avançar para configurações mais profundas.

Definição do plano e ajustes iniciais

Com a conta criada, é hora de escolher o plano que faça sentido para a realidade atual da operação.

Aqui, o ideal é priorizar um plano que atenda às necessidades básicas sem gerar custos desproporcionais.

Em seguida, começam os ajustes iniciais da loja, como idioma, moeda, informações legais, dados da empresa e políticas básicas.

Esses detalhes parecem simples, mas são fundamentais para a credibilidade do negócio.

Configuração do domínio e identidade visual

O próximo passo é definir o domínio da loja, que pode ser um endereço próprio ou um subdomínio da plataforma.

Ter um domínio próprio ajuda no posicionamento da marca e passa mais confiança ao consumidor.

Depois disso, entra a identidade visual: escolha do tema, cores, tipografia e organização do layout.

O objetivo aqui não é complexidade, mas clareza.

Uma loja fácil de navegar converte mais do que um visual sofisticado, porém confuso.

Cadastro de produtos e organização do catálogo

Com a estrutura visual definida, é hora de cadastrar os produtos.

Cada item deve conter informações claras, como nome, descrição, preço, fotos de qualidade, variações e estoque.

A organização do catálogo também é essencial.

Categorias bem definidas facilitam a navegação do cliente e ajudam a loja a escalar no futuro sem virar um ambiente desorganizado.

Definição de preços e gestão de estoque

Antes de vender, é indispensável definir preços de forma consciente.

Isso inclui considerar custos do produto, taxas da plataforma, meios de pagamento, frete e margem de lucro.

Ao mesmo tempo, a gestão de estoque precisa estar alinhada com a realidade do negócio.

Mesmo operações pequenas se beneficiam de controle desde o início, evitando vendas de produtos indisponíveis e problemas no pós-venda.

Configuração de meios de pagamento

Com os produtos cadastrados, chega o momento de configurar os meios de pagamento.

Cartão de crédito, Pix e boleto são praticamente obrigatórios no e-commerce brasileiro.

A plataforma escolhida deve facilitar essa etapa, oferecendo integrações simples e seguras.

Quanto menos fricção no pagamento, maior a chance de conversão.

Configuração de frete e formas de envio

O frete é um dos pontos mais sensíveis da compra online.

Aqui, o lojista define regiões atendidas, transportadoras, prazos e regras de cálculo.

Uma boa configuração de frete evita surpresas no checkout e reduz abandono de carrinho.

Sempre que possível, é importante testar diferentes cenários antes de abrir a loja ao público.

Testes finais antes da publicação

Antes de divulgar a loja, é essencial realizar testes completos.

Simule compras, verifique o funcionamento do checkout, pagamentos, envio de e-mails e atualização de estoque.

Essa etapa evita erros simples que podem custar vendas logo nos primeiros dias de operação.

Publicação da loja e início das vendas

Com tudo configurado e testado, a loja pode ser publicada.

A partir desse momento, o foco passa a ser atrair visitantes e gerar vendas, seja por redes sociais, marketplaces, anúncios ou canais próprios.

Acompanhamento, ajustes e evolução contínua

Criar a loja é apenas o começo. A rotina do e-commerce envolve análise de dados, ajustes de preços, melhoria de descrições, testes de layout e evolução da operação.

A plataforma de e-commerce escolhida precisa facilitar esse processo contínuo, permitindo que o lojista cresça sem precisar reconstruir a loja a cada nova etapa do negócio.

Conheça a Mithix Atacado : exemplo real de loja virtual que utiliza a plataforma de e-commerce Bagy

A Mithix nasceu em 2019 a partir da decisão de Camila e Thiago de transformar o interesse por moda em um negócio próprio.

No início, a operação era pequena e presencial, com uma banca no Shopping Vautier Popular, no Brás, onde vendiam apenas três modelos de roupas e produziam em escala limitada.

Mesmo com estrutura enxuta, a marca conseguiu atrair clientes graças ao cuidado com as peças e à leitura atenta das tendências.

O cenário mudou em 2020, quando a pandemia afetou diretamente as vendas físicas e tornou a adaptação ao digital inevitável.

Foi nesse momento que a Mithix decidiu estruturar sua operação online e criar sua loja virtual usando a Bagy como plataforma de e-commerce.

A mudança trouxe mais organização para o catálogo, controle dos pedidos e uma base sólida para vender pela internet sem depender de pontos físicos.

Com o crescimento das vendas online, Camila e Thiago optaram por encerrar a operação presencial e concentrar todos os esforços no e-commerce.

Desde 2022, a Mithix atua exclusivamente no digital, com mais de 30 modelos no catálogo, lançamentos frequentes e envios para todo o Brasil.

Hoje, a loja utiliza a Bagy como estrutura central da operação, o que permite manter controle da rotina, escalar as vendas e focar no desenvolvimento da marca e no relacionamento com os clientes.

Thiago e Camila

“Estamos no mercado há 5 anos com a Bagy, eles nos ajudaram muito e tem um time especializado e próximo. Aumentamos muito o nosso faturamento e conseguimos escalar nossas vendas com muitas estratégias”

Thiago e Camila, Donos da Mithix Atacado

A trajetória da Mithix mostra, na prática, como uma plataforma de e-commerce bem escolhida pode viabilizar crescimento mesmo em cenários desafiadores.

Conheça o site da Mithix Atacado!

Estruture sua loja virtual com a Bagy

Escolher a plataforma certa faz toda a diferença para quem quer vender online com previsibilidade, controle e menos improviso.

A plataforma foi desenvolvida para pequenos e médios lojistas que precisam de uma solução simples de usar, mas completa para crescer.

Com a Bagy, você cria sua loja virtual sem complicação técnica, gerencia produtos, pedidos e estoque em um único painel e ainda pode integrar sua operação a outros canais de venda conforme o negócio evolui.

Se a ideia é começar bem ou profissionalizar sua loja virtual em 2026, a Bagy é a base ideal para construir essa jornada com segurança.

Dúvidas frequentes sobre plataformas de e-commerce

O que é uma plataforma de e-commerce?

Uma plataforma de e-commerce é um software que permite criar, gerenciar e operar uma loja virtual. Ela reúne recursos essenciais como cadastro de produtos, controle de estoque, meios de pagamento, cálculo de frete, gestão de pedidos e integrações com ferramentas de marketing e vendas.

Qual a plataforma de e-commerce mais fácil para iniciantes?

A Bagy é a plataforma de e-commerce mais fácil para iniciantes. Ela foi desenvolvida para quem está começando a vender online e precisa de uma estrutura pronta, intuitiva e sem complexidade técnica.

Vale a pena começar por uma plataforma SaaS?

Sim. Plataformas SaaS são as mais indicadas para quem está iniciando porque cuidam de toda a parte técnica, como hospedagem, segurança e atualizações.

É melhor vender em marketplace ou em loja própria?

Os dois modelos cumprem papéis diferentes. Marketplaces ajudam a gerar vendas mais rápidas, enquanto a loja própria permite construir marca, ter controle dos dados e aumentar a margem no longo prazo.

Posso migrar de plataforma no futuro?

Sim, mas o ideal é escolher desde o início uma plataforma que acompanhe o crescimento do negócio. Plataformas como a Bagy e Tray permitem começar de forma simples e evoluir a operação aos poucos, evitando trocas frequentes que geram retrabalho, custos extras e perda de histórico.

Quanto custa manter uma loja virtual?

O custo varia conforme a plataforma escolhida, o plano contratado e as integrações utilizadas. Além da mensalidade, é importante considerar taxas de pagamento, custos com marketing e eventuais ferramentas adicionais.

Veja o que você irá encontrar neste artigo

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Por Marina Correa

Graduanda em Letras pela UFMG, atua como Analista de Conteúdo da Commerce SMB (LWSA). Com uma experiência de mais de 4 anos no mercado digital, possui vasto conhecimento sobre empreendedorismo e vendas online. Hoje se dedica a trazer conteúdos de valor para lojistas que desejam aprender mais sobre o universo do e-commerce.

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